Meu relacionamento acabou! E agora?

Segundo um estudo as três situações de máximo estresse para as pessoas são: a morte de um ente querido, a perda do emprego e uma separação.
Em todas as situações estamos falando de luto, perda, mesmo quando a escolha é nossa podemos nos sentir enlutados.
Lidamos com perdas desde o dia que nascemos, mas mesmo assim temos muita dificuldade quando perdemos algo ou alguém. Sabendo que é normal sofrer por uma perda o que se pode fazer? Chorar baldes! Chorar faz parte do processo, é importante, mas não dá pra ficar SÓ chorando.
Não tem fórmula em como lidar melhor com a situação, cada um deve escolher a melhor saída para minimizar o SEU sofrimento, pois cada pessoa tem um funcionamento particular para lidar com a perda, o que funciona para sua amiga pode ser péssimo para você.
Algumas sugestões que podem ajudar:
– Faça uma atividade que lhe dê prazer (curso, passeio/viagem, esporte, hobby, etc.), pode ser algo novo na sua vida, mas escolha o que tenha a ver com você. Fazer alguma coisa que você gostava muito e que abriu mão por causa da relação também é bacana.
– Evite contato com o (a) ex, direta ou indiretamente (como redes sociais e amigos que passam relatório sobre a pessoa), essa situação é temporária, mas é necessária. É importante avisar as pessoas que você não quer atualizações de status, do(a) ex, caso não tenha perguntado.
– Respeite-se, respeite o seu tempo, respeite o seu desejo, se trate com carinho nesse momento de luto, não se esforce para se sentir bem, ou parecer que está, para os outros.
– Cuide-se: se você andava negligente com a sua saúde física ou mental esse é um bom momento para investir em se cuidar.
O fim de uma relação é um momento de reorganização, talvez você precise juntar o que sobrou ou jogar coisas fora. O fato é que você não é mais a mesma pessoa de quando começou a relação, o que viveu deixou marcas, umas poderão e deverão ser apagadas e outras não, e tudo bem pois faz parte da sua história, seja ela triste ou não. Os fins também compõem a música da vida, aproveite enquanto a sua música ainda toca, vá dançar… do seu jeito, no seu ritmo!

Daniela André Martins
Psicóloga, CRP 06/112637
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