Síndrome de Hardy

Com certeza, quem é da década de 80 vai se lembrar do Hardy, aquela “simpática e feliz” hiena que vivia em companhia de Lippy, o leão mais otimista do planeta!

O chavão usado por Hardy “Oh vida, oh céus, oh azar”, não ficou só nos desenhos animados daquela década. A síndrome de Hardy não está catalogada na OMS, mas deveria, porque acomete milhares de pessoas nos dias de hoje.

Com certeza você deve conhecer alguém com a Síndrome de Hardy. Essas pessoas são extremamente negativas, vivem reclamando de absolutamente tudo, não conseguem ver as coisas pela metade do copo cheio, o prognóstico para tudo é sempre sombrio.

Sabe aquela pessoa cujo chefe pede pra fazer alguma coisa e ela diz : “por que sempre ele me pede o mais difícil?” Que se um café derruba na camisa, diz “Claro que isso tinha que acontecer comigo!” Ou que se está sozinho em casa é por que ninguém quer ficar com ele? Estamos falando de um Hardiano.

Perguntas e observações do tipo “ninguém me ajuda”, “o que é que eu faço”, “por que comigo”, “não tenho sorte”, “ninguém me ama”, “pra mim sobra só o serviço”, “ninguém me chama” e outras centenas de frases infelizes alimentam o ego dos portadores da síndrome de Hardy. “Deus o livre” se você recusar ajuda para eles. Na realidade, eles transferem ou pelo menos tentam transferir para você o rótulo de inimigo, como se a prática fosse sua.

E como lidar com essas pessoas? Você tem duas opções:

Embarcar na conversa e com isso baixa a sua vibração para harmonizar com a dela

ou

Quando você a ouvir dizer tudo o que ela não quer, pode simplesmente perguntar: ‘Então, o que você realmente quer?”

Quando o “Hardy” passar do que ele não quer para o que ele quer, as palavras mudam, os pensamentos mudam, e, consequentemente, a vibração também. Portanto, se você adotar o segundo caminho, além de não entrar na vibração negativa do Hardiano, você o ajuda a melhorar a dele.

Pessimismo e otimismo são estados de espírito. E estados de espírito são escolhas nossas. Podemos ser como a barata, que procura por coisas malcheirosas ou como a borboleta, que procura pela luz.

Ao encontrar um Hardy pela frente, lembre-se que ele também tem qualidades, e que, antes de ser uma “hiena”, é um ser humano que pode estar precisando da sua ajuda.

 

Déborah Aquino
Positive Coach e Escritora do livro Num Piscar de Olhos
Deborah@blogdadebs.com.br | 11 974430123
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