É preciso cuidar de quem cuida de nós?

Durante um tratamento de câncer e outras doenças graves é muito comum termos pessoas próximas, poucas e especiais, que estão sempre dispostas, solícitas, querem fazer tudo e contribuir ao máximo para que o tratamento seja um sucesso. Também existem pessoas que acompanham profissionalmente um paciente, são chamados de cuidadores.

Independente se as pessoas que estão intituladas como cuidadoras estão recebendo ou não, o papel exercido está ali. E raramente perguntamos como essa pessoa está, o que está sentindo, o que faria o dia dela melhor e assim por diante. É como se aquele exercício fosse uma obrigação em sua vida.

Por isso, é preciso sempre se perguntar: como estou cuidando de quem cuida de mim?

Essa reflexão vale para qualquer momento da nossa vida, em especial durante um tratamento. O quanto dizemos palavras básicas como obrigada, por favor, elogiamos e nos interessamos realmente pela vida da pessoa que está ali à disposição para nos cuidar.

Este é um exercício de empatia, uma capacidade de inteligência emocional que todos possuímos, mas nem sempre praticamos ou aprimoramos. Por isso, comece a refletir o quanto você coloca em prática a empatia em sua vida, o quanto se importa com as pessoas que se importam com você e, principalmente, o quanto demonstra isso à elas. Parece óbvio, mas um: “você faz a diferença na minha vida” é capaz de mudar e melhorar qualquer relação.

 

Vamos agir?

Zora Viana
Psicóloga, Coach e Palestrante
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