divida-endividamento

Cuidado! Dívidas podem causar depressão

O que nos torna endividados?

Muitas questões estão envolvidas em uma resposta como essa, mas a que quero destacar hoje é apenas uma: falta de clareza sobre limites e suas consequências.

Até onde você pode ir com seu dinheiro? Essa é uma pergunta que muitos não conseguem responder. Temos muita dificuldade em saber os limites do nosso dinheiro para cada necessidade e vontade que temos. Essa falta de autocontrole faz com que a pessoa se perca com suas finanças.

54 milhões de brasileiros começaram 2015 inadimplentes, segundo uma pesquisa do Serasa Experian, aproximadamente 40% da população adulta. Você não esta sozinho! Mas cuide-se: as dívidas podem se tornar um problema crônico se não forem resolvidas.

O endividamento tem efeitos em muitos aspectos da nossa vida, um deles é na nossa saúde, aumenta a probabilidade de sintomas da depressão, pois altera o nosso equilíbrio emocional. Angústia por não saber como resolver, ansiedade para resolver logo, auto estima rebaixada pela realidade desanimadora, essas emoções e outras afetam o humor, a motivação, o sono, gera medo, insegurança e pessimismo.

Quando não é gerada por uma situação como desemprego ou problemas de saúde, o endividamento aparece, principalmente, com pequenos gastos, primeiro no cartão de crédito, depois o cheque especial, daí você tenta um empréstimo para lidar com os gastos e outro, outro… quando vê a situação saí do controle.

É neste momento que a depressão pode aparecer, ela vem com uma visão de que não há alternativa, não tem jeito, a pessoa sente um desânimo que a impede de agir e fazer o necessário para sair dessa situação.

E o que resolver primeiro? A depressão ou o endividamento?
Na verdade cada resolução vai contribuir com a outra, quando uma pessoa está deprimida os pensamentos negativos tomam conta, por isso, quando tratada a pessoa consegue enxergar melhor a realidade e os caminhos para resolver. Porém quando a pessoa age primeiro para sair do endividamento a sensação de alívio pode contribuir para diminuir os sintomas da depressão. Por isso cada caso deve ser analisado.

Esses sentimentos são normais aos endividados, por isso selecionei algumas dicas para trazer de volta o equilíbrio financeiro e, por consequência, contribuir para o equilíbrio emocional.

Pratique #atitudenasfinanças:

 1 – Aceite e reconheça que você errou e pode errar.
Mas que tem capacidade de mudar esse resultado. Acredite mais em você mesmo do que no dinheiro.

2 – Observe quais os gatilhos que fazem gastar com impulsividade.
Desenvolver o autoconhecimento é a chave para entender o que faz você agir como age.

3 – Dê um passo de cada vez.

O problema pode parecer grande, mas você não é super homem ou mulher maravilha, você é um ser humano e olhando para uma meta menor, o que aqui no Grupo Atitude Emocional chamamos de micro metas, te dará mais disposição e autoconfiança  para agir.

4 – Converse com familiares e peça ajuda.

Assim como você erra, eles erram também, assim como você têm suas habilidades, eles têm as deles e somando o que todos têm de bom e uns ajudando aos outros em suas fragilidades, fica muito mais fácil superar, afinal, ninguém é mais forte do que todos juntos.

5 – Busque ajuda profissional 

Não é qualquer emoção negativa que pode ser considerada depressão. É normal ficar triste, chorar, se preocupar e até se desesperar por causa de dinheiro, porém se as emoções persistirem, procure a psicoterapia da Atitude Emocional.

Um dos maiores problemas do endividamento é a falta de educação financeira, mas isso não é culpa sua, infelizmente nosso sistema educacional e familiar não suprem essa necessidade do país, mas há profissionais como eu que estão aqui para te educar e ajudar, se permita.

 

#partiuprosperar

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
[email protected] | +55 11 974430123
YoutubeFacebookInstagramPeriscope e Linkedin

Proibida reprodução sem autorização legal do autor.

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *