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[CINE ATITUDE] Azul é a cor mais quente e a capacidade de se aceitar

Olá Pessoal! Sejam bem vindos ao Programa Atitude na TV! Este é um espaço que vai fazer uma conexão especial entre sétima arte e a psicologia!

Aqui você encontra uma nova forma de entender o que acontece em seu dia a dia e possibilidades para transformá-lo.

Para começar escolhi o filme Azul é a cor mais quente, com uma lição de vida espetacular que mostra o quanto é importante aceitar nossas características, qualidades, pontos de melhorias e o que fazer para começar o exercício da AUTOACEITAÇAO. Tenho certeza que vai fazer a diferença na sua vida!

Espero que gostem, este é um projeto muito especial, que sempre sonhei para a Atitude Emocional e com a participação de vocês com certeza será um sucesso.

Com carinho,
Zora Viana
Psicóloga, Coach e Palestrante
@zoraviana | @atitudemocional

Você confia nas pessoas?

Os relacionamentos são temas bem complexos e que com freqüência temos grandes duvidas. Recebemos muitos clientes com necessidades de desenvolver habilidades de relacionamento, porque, no fundo, eles impactam praticamente todas as áreas da nossa vida.

Você já reparou o quanto você confia nas pessoas? E como as pessoas confiam (ou não) em você?

A confiança se dá através do vínculo que estabelecemos uns com os outros. Vínculo é a nossa capacidade de nos ligar afetivamente com as pessoas, o laço que estabelecemos em qualquer área, seja conjugal, profissional ou social. Nossa primeira formação de vínculo é parental, quer dizer, começa com os nossos pais ou com as pessoas que os substituíram, caso seja o seu caso.

Para analisar a confiança que você deposita nas pessoas atualmente, é preciso resgatar e refletir sobre como você estabeleceu o vínculo de confiança com seus pais, sejam biológicos, adotivos ou as figuras que os representaram. No psicodrama, uma abordagem da psicologia, entendemos que ao longo da vida, vamos elaborando uma lógica afetiva de conduta, isso quer dizer, um padrão de como nos vinculamos com as pessoas. Para ajudar na sua reflexão, defini cinco tipos de lógicas afetivas de conduta para que você se identifique:

1.INSEGURA
Aquele tipo de confiança em que não se acredita que vai dar certo, que algo pode acontecer, que você pode perder a qualquer momento e que, muitas vezes, você não merece aquela relação.

2.MEDROSA
Aquele tipo de confiança em que não se consegue tomar nenhuma decisão, procrastina, tem receio de arriscar e dar errado, arriscar e dar certo, você fica sempre com a sensação de que algo não previsto pode acontecer e acaba não se permitindo confiar nas pessoas.

3.RAIVOSA
Aquele tipo de confiança em que você está irritado com frequencia, acha ruim como as pessoas se comportam, sempre tem um motivo para reclamar ou questionar o comportamento do outro e acaba se tornando agressivo com as pessoas importantes pra você.

4.”TUDO LINDO”
Aquele tipo de confiança em que se acredita que tudo vai dar certo, confia exageradamente nas pessoas e que tudo sairá do jeito mais perfeito que poderia. Vive como se as relações fossem mágica, mesmo que sofra frustrações, acaba agindo inadequadamente.

5.ESPONTÂNEA
Aquele tipo de confiança em que se consegue ser adequado nos comportamentos. Constrói a confiança aos poucos e consegue estabelecer uma construção saudável nos relacionamentos. Está disposto e aberto para o encontro com o outro, se permitindo os benefícios e os desafios da confiança.

Em qual desses tipos de lógica afetiva de conduta você mais se identifica?

Lembre-se que a saúde nos nossos relacionamentos está na permissão e construção que fazemos dos vínculos aos poucos. É possível mudar nosso padrão de lógica, caso ele seja negativo e não te traga felicidade, e isso é desenvolvido em um processo de terapêutico e/ou coaching focado em autoconhecimento e mudanças de comportamento.

Vamos agir?

Zora Adrianne Viana Sigoli
Psicóloga, Coach e Palestrante
CRP 06/113561
zoraviana@atitudemocional.com | +55 11 974430123
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Como usar cartão de crédito à seu favor

Já atendi muitos clientes que queriam começar a fazer compras sem usar o cartão de crédito, por sentirem que essa ferramenta mais atrapalha do que ajuda o controle do dinheiro. Pensando nelas e em tantos seguidores que já me pediram ajuda quanto a esse tema nas minhas mídias, separei algumas dicas para te ajudar a refletir como usar melhor o seu cartão de crédito, e talvez, até mudar sua opinião em mante-lo nas suas finanças:

1 – Quanto você paga para ter um cartão de crédito?

Esse é o valor da anuidade, que pode ser gratuita sem prazo ou apenas no primeiro ano, à vista ou parcelada. O banco não empresta dinheiro pelo cartão de crédito de graça, a não ser que vise outros ganhos, como atrair novos correntistas.

Dependendo do quanto usa o cartão e se paga sua fatura em dia, ainda é possível negociar a anuidade podendo ter isenção ou desconto no pagamento.

Muitos cartões ainda justificam essa cobrança pelos benefícios que oferece, como programa de pontos que você pode trocar por produtos, serviços ou milhas. O melhor cartão não é apenas o sem anuidade, você precisa avaliar o que usa dos benefícios que ele oferece.

2 – Qual o custo x benefício?

Existem pontos que podem ser trocados por milhas e usa-las na compra passagens aéreas (Aqui no Brasil, só viajo assim).

Existem pontos que você troca por produtos disponíveis no site da operadora de cartão: eletrônicos, eletrodomésticos, livros, produtos para casa e dia a dia.

Existem cartões que você tem isenção ou desconto em estabelecimentos como: restaurantes, cinemas, shows, teatro, etc.

Para avaliar se compensa calcule os benefícios que usa, o quanto economiza tendo o cartão de crédito e compare com anuidade. Uma dica extra: comece a poupar essa economia que esta fazendo, é uma forma de economizar sem sentir.

Se você economizar muito mais do que vai pagar de anuidade compensa ter um cartão.

Um ponto importante é verificar como você tem acesso a esses benefícios, as vezes é tão complexo ou o vencimento de uso é tão pequeno, que você não vai conseguir aproveitar.

3 – Qual o limite ideal?

Aquele adequado a sua necessidade!

Se ele é alto demais ou se ele é baixo demais você pode acabar se comprometendo. Sendo alto demais pode não controlar, por não ter disciplina em gastar somente aquilo que você pode, que está dentro do seu orçamento, para você conseguir no mês seguinte pagar 100% da sua fatura. Ou se ele tiver no limite muito baixo você recorrer também além do cartão de crédito a mais modalidades de crédito como cheque especial ou empréstimo e acabar acumulando juros, perdendo o controle do seu dinheiro.

O que é mais adequado para seu perfil!

Se você é uma pessoa indisciplinada, não é interessante ter um limite de cartão de crédito muito além daquilo que você tem capacidade de pagar. Agora se você tem mais controle do seu dinheiro, não importa de quanto seja o limite, você vai usar até onde sua renda permite.

Alguns cartões de crédito permite que você gaste além do seu limite, porém é  cobrado uma taxa separada, então fiquem de olho neste valor e nesta necessidade.

Independente do limite que o cartão tenha, você pode definir o seu próprio limite de gasto nele, faça um planejamento quanto pode gastar no cartão de crédito pra ter capacidade de pagar 100% da fatura.

4 – Saiba quanto custa usar um dinheiro que não é seu

É claro que o ideal é pagar 100% da fatura do cartão, mas se acontecer alguma emergência, se acontecer algum imprevisto e você não tiver uma reserva de emergência, quanto vai pagar de juros?

Escolha o cartão de crédito que tem o menor juros possível, lembre-se que quanto menor a taxa, menor será o valor que você paga de juros caso você atrase o pagamento.

Todos os cartões de créditos têm juros, mas alguns além dos juros tem multa por atraso, então você aumenta mais ainda sua dívida sem necessidade, já que tem outras opções como cortar gastos.

5 – Qual o motivo de ter vários cartões de crédito?

Estratégia de pagamento? Faz muito sentido manter 2 cartões de crédito com vencimentos diferentes, assim, caso veja que os pagamentos para o próximo mês estão mais pesados, pode mudar o cartão que faz compras e adiar ainda mais o pagamento.

Mas se você tem mais de um cartão de crédito e não usa de forma estratégica, fique com apenas um e cancele todos os outros. Ter mais de um cartão pode te atrapalhar no controle, você terá que administrar as anuidades, taxas, juros, vencimentos, valores de compras em cada um, será complexo, dará mais trabalho e você irá procrastinar. Em relação aos benefícios, provavelmente, você não irá conseguir utilizar 100%, porque dividirá os gastos em mais de cartão.

Algumas pessoas tem o cartão de crédito pessoal e o cartão de crédito empresarial, essa é uma excessão, pois são contas que devem ser mantidas separadas.

Então, avalie a sua real necessidade, o custo financeiro, de tempo e de energia para administrar as informações de todos.

6 – Cuidado com os cartões temáticos

Das lojas, de times, de seguradoras, de supermercado, esses cartões temáticos nem sempre compensam, avaliem os critérios que já conversamos aqui.

Se você, por exemplo, você quer ajudar a Mata Atlântica ao invés de fazer um cartão de crédito da Mata Atlântica, faça uma doação. Se quer descontos em uma compra de vestiários grande, faça apenas essa, pague e depois cancele, se vai comprar apenas um produto, é um desconto que vale a pena?

7 – É possível controlar o seu cartão de crédito

As vezes cancelar o cartão não vai ser a solução para seus problemas financeiros, principalmente se já o usa como extensão da sua renda. Por isso controle o seu orçamento, sabendo quais contas essenciais precisa pagar e não estão contempladas no cartão, quais estão contempladas, quanto ainda tem que pagar de parcelamentos e quanto sobra do seu dinheiro para os novos gastos.

Adie compras, parcele, opte por não comprar, sempre respeite o limite da sua renda, usar o cartão sem controle é um hábito que você construiu e que precisa ser desconstruído se você persistir em usar o cartão de crédito à seu favor.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach de Finanças e Palestrante.
ana@atitudemocional.com | +55 11 974430123
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Proibida reprodução sem autorização legal do autor.

VOCÊ JÁ TEVE UMA EXPERIÊNCIA DE PICO NA CORRIDA?

“Certa vez, numa cozinha, um gato observava um passarinho. Ele está alerta, mas não se esforça, apenas caminha em direção ao passarinho, só observando. Ele não pensa na hora de dar o bote. A mente dele está silenciosa e concentrada na presa. Nenhum pensamento passa pela mente do gato, nenhum julgamento. Quando o pássaro voa, ele salta e intercepta seu jantar. Essa foi uma ação inconsciente, executada com perfeição. Nenhum elogio. Só a recompensa de ter o pássaro na boca.”

Agora, vamos trazer isso pra corrida: quando você acha que temos essa espontaneidade do gato?

Os grandes resultados na nossa vida só aparecem quando a mente esta tranquila e silenciosa. Esses momentos são conhecidos como experiências de pico, segundo a psicologia humanista do Dr Maslow. Quando ele pesquisou características comuns de pessoas que vivenciaram experiências desse tipo, ele reportou o seguinte: “Ele sente corpo e mente mais integrados, sente-se único, é uma experiência sem ego porque a mente esta tranquila, está no ritmo certo, sem esforço exaustivo, livre de bloqueios, medos, inibições, é o aqui e o agora que importa.”

Tente se lembrar de experiências de pico que você tenha tido. É muito provável que você concorde com essas frases. Durante uma experiência dessas, a mente não age como uma entidade separada, dando instruções sobre o que você deve fazer e julgando o que você fez. Ela fica quieta e a corrida flui.

Correr uma prova inteira em experiência de pico, ou flow, é o que todo corredor busca. Nada de diálogos internos, nada de brigas entre você e você mesmo, apenas você e a corrida.

Passei por duas experiências de pico na minha vida inteira como corredora. Então percebam que não é algo fácil de atingir.

Uma delas, foi na Athenas, em abril desse ano, numa prova de 12km. Estava bem preparada física e mentalmente, confiante, prestando atenção apenas à minha respiração. Tinha uma estratégia bem definida e sabia que só precisava olhar no relógio a cada 4km ( pois dividi a prova em 3 x 4km). Treinei muito para perceber a velocidade através da respiração, então não tinha externo que pudesse tirar meu foco aquele dia.

Fiz a prova inteira completamente em transe. Transe este que só acabou a 500m da chegada, quando vi meu treinador gritando feito doido pra eu apertar a velocidade!

E aí entra e resposta para a pergunta que fiz no começo: a nossa espontaneidade, como a do gato, entra em ação em momentos como a chegada, no fim da prova.

Nessa hora, a adrenalina e a vontade de chegar para coroar um objetivo, fazem com que tenhamos a ação antes de planejar, e isso tira a nossa capacidade de raciocinar. E aí, o melhor pace aparece, a melhor técnica, a passada fica perfeita. Por que? Porque você não pensa! E o fato de não pensar e sair tudo perfeito por exemplo, no fim de uma prova, faz com que as pessoas achem que isso é sorte. Mas não é.

Como explicar depois de correr 20 km, fazer o melhor km da sua prova no final? Não podemos creditar isso à sorte. Isso se deve à repetição de execuções bem sucedidas nos treinos. Quando você repete uma coisa e fica bom nela, o que acontece com a sua confiança? Ela aumenta! Para qualquer coisa na vida!

Então em resumo: pra aumentar a eficácia da corrida, é preciso acalmar a mente e ter foco em uma coisa só. E silenciar a mente significa evitar pensar, calcular, julgar, ter medo… A mente tranquila, quando está no aqui e no agora provoca uma unidade entre as duas “pessoas” que brigam dentro de você durante uma prova ou um treino mais desafiador.

E o objetivo de trabalhar a mente (tanto na Conversa de Coaching quanto no processo de Coaching Esportivo) para a corrida é aumentar a frequência e a duração desses momentos, até que um dia, você consiga fazer uma prova inteira nesse estado!

Bons km’s!!

Déborah Aquino
Positive Coach e Escritora do livro Num Piscar de Olhos
Deborah@blogdadebs.com.br | 11 974430123
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Medo de mudar de carreira – um estudo de caso

Vou narrar um caso de um cliente que vamos chamar de Adonis, nome fictício para preservar a identidade do cliente. Ele é bancário, sem graduação concluída, mais de 30 anos de idade, residente no Brasil e me trouxe a seguinte queixa: “não sei o que quero profissional, estou sem plano de carreira definido, ganho bem, mas estou insatisfeito. Não consigo concluir minha faculdade, porque não tenho conexão com ela”.

A carreira é parte muito importante em nossas vidas. Nela aprendemos a ser produtivos, nos fortalecemos socialmente (ou deveríamos) e começamos a ganhar retorno financeiro através do nosso esforço e dedicação. Podemos dizer que a carreira é parte essencial da construção da autoestima e autoconfiança do ser humano, com base em todos os clientes que atendo diariamente.

Quando um cliente me procura por insatisfação na carreira atual, geralmente investigamos todas as áreas da vida para entender outras razões que complementam a insatisfação, porque raramente está exclusivamente na atividade profissional. No caso de Adonis, por trás da queixa profissional também havia uma queixa sobre sua insatisfação consigo mesmo, com a definição de quem ele é e como encontrar prazer em sua rotina diária.

Adonis já era uma pessoa de sucesso, com 30 anos e sem graduação, conquistou um ótimo cargo num banco renomado no Brasil, isso provava uma capacidade de construção muito boa, que precisaria ser aproveitada em seu processo de coaching e de transição. Nosso planejamento foi trabalhar para vencer o medo de fazer mudança por não ter uma faculdade – ele achava isso importantíssimo e que o bloqueava de crescer em outros locais. Identificamos e construímos o seu perfil pessoal, profissional e de competências, fizemos uma perspectiva de futuro para todas as áreas da vida e realizamos exercícios de criação, pesquisa e conexão com carreiras afins com seu perfil.

Adonis superou muitos desafios, identificou que gosta da área bancária, mas com especificidade em investimentos. A partir disso, elaboramos um plano de carreira considerando suas competências e fortalezas, bem como consideramos suas fraquezas e dificuldades. Não há transição de carreira perfeita e sem obstáculos. É preciso dedicação, empenho e força para alcançar todos os objetivos que desejamos na vida.

Aqui o feedback de Adonis: “A evolução foi absurda. É uma coisa simples, mas é muito bom você ver que 5 meses depois que começamos, mesmo eu ainda não tendo concretizado a transição, é muito bom e confortante saber que hoje eu tenho objetivos e metas. Eu sei pra qual direção eu devo ir.  O que eu buscava era um rumo. Isso trouxe mais calma, menos ansiedade, mais paz, tranqüilidade para resolver as coisas e saber esperar o momento certo. Quando eu comecei, eu estava com sentimentos muito à flor da pele, não sabia o que eu queria, mas queria que acontecesse alguma coisa. Hoje estou sendo capaz de suportar um desgaste em prol de um objetivo maior, gira em torno do que eu estou fazendo para que as coisas aconteçam. Minha área profissional foi de uma evolução incrível, mas ainda tem coisas no meu pessoal que precisam ser trabalhadas.

Este final traduz o quanto não existe happy end em processos de desenvolvimento. A terapia ou processo de coaching é o começo para muita percepção, amadurecimento e mudanças gradativas para fazer escolhas mais coerentes com o que realmente desejamos. A mudança que você deseja na sua vida depende de você #fazeracontecer. Para conhecer mais como funciona nosso trabalho e como podemos te ajudar, entre em contato.

Vamos agir?

Zora Adrianne Viana Sigoli
Psicóloga, Coach e Palestrante
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Saiba quais são os 10 Mandamentos do Planejamento Financeiro

1. Saiba seu padrão de renda

  • Respeite seu padrão de renda não de consumo,
  • Saiba exatamente quanto são seus gastos básicos,
  • Desconsidere da sua renda básica eventuais gratificações, bônus, comissões, 13 salário,
  • Se você é autônomo, faça média de 1 ano e saiba os meses de alta e baixa para se planejar.

 

2. Analise para onde vai seu dinheiro

  • Na decisão de compra, se questione, você quer, precisa, esta no orçamento, vai melhorar sua vida?,
  • Faça pesquisa de mercado,
  • Não compre por impulso, o que vai comprar, como vai ser pago, de onde virá o dinheiro, pode ser adiado, qual a melhor negociação?,
  • Tenha metas para não gastar seu dinheiro e ter arrependimentos.

 

3. Reflita sobre a qualidade dos seus gastos e reveja hábitos

  • Qual a soma dos pequenos gastos que faz no dia a dia?,
  • Onde pode cortar, reduzir e redirecionar esses gastos?,
  • Você sabe em qual categoria gasta mais o seu dinheiro? Anote tudo!,
  • Defina suas prioridades financeiras.

 

4. Faça uma reserva ou um seguro

  • Que patrimônios precisa proteger pois podem gerar altos custos?
  • Que imprevistos e emergências já aconteceram com conhecidos? Pode acontecer com você também!
  • Se você tiver uma oportunidade que demanda mais dinheiro do que tem disponível, como vai fazer?
  • Como vai se preparar para o futuro?

 

5. Use crédito consciente

  • Consegue adiar a compra?
  • Consegue pagar 100% da sua fatura todos os meses?
  • Consegue incluir esse parcelamento na sua renda do próximo mês sem deixar de pagar os gastos essenciais?
  • Existe uma alternativa viável e mais econômica?

 

6. Faça e siga seu plano de ação

  • Seu plano esta claro e você sabe exatamente o que precisa fazer?
  • Seu plano tem datas e prazos de conclusão?
  • Quando algo saí do planejado como reage para fazer ajuste?
  • Tudo esta alinhado com sua meta principal?

 

7. Poupe 

  • Você se paga primeiro?
  • Sabe quanto precisa poupar para suas metas?
  • Pensa em formas de criar renda extra para disponibilizar mais dinheiro para sua poupança?
  • Consegue enxergar quais gastos que, ao cortar, te permitirá poupar mais?

 

8. Estabeleça sua estratégia de investimentos

  • Qual seu perfil de investidor?
  • Como vai multiplicar seu dinheiro e faze-lo trabalhar para você?
  • Você se adequa aos produtos de investimentos ou ao seu perfil de risco?
  • Esta disposto a conhecer e se aprofundar mais nesse tema? Comece!

 

9. Mantenha-se informado e invista continuamente na sua excelência

Como aprofunda seu conhecimento sobre:

Autoconhecimento?

Educação financeira?

Orçamento pessoal?

Alcançar metas?

Investimentos?

 

10. Continue nesta jornada e aproveite a vida.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach de Finanças e Palestrante.
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E O PENSAMENTO INTRUSO DURANTE A MEDITAÇÃO? O QUE FAZER COM ELE?

Muitas pessoas reclamam da falta de concentração para meditar. Já ouvi dizer que aparecem os mais variados tipos de pensamento, nas mais variadas velocidades e muitas inquietações.

Essa dificuldade de autodomínio é comum durante a prática meditativa. Os pensamentos que surgem, normalmente estão relacionados à vida cotidiana, ao que realizamos ou vamos ainda realizar. Sensações de ansiedade, frio, sonolência, calor, também são normais. A verdade é que, quando nos aquietamos pelo relaxamento, o corpo, acostumado ao “barulho”, parece reclamar, respondendo dessa forma.

E o que devo fazer quando isso acontece?

Com relação aos pensamentos intrusos ao objetivo da meditação, devemos evitar lutar contra eles ou mesmo negá-los, pois se assim o fizermos, eles ganharão mais força. Devemos apenas observá-los e voltar ao objetivo da meditação.

Existe uma história que ilustra bem isso:

Certa vez, um grande mestre oriental foi procurado por um de seus discípulos, que lhe confidenciou ter dificuldade em meditar, pois todas as vezes que se colocava em meditação, surgiam dezenas de pensamentos que lhe desviavam a atenção do objetivo dela. Eram pensamentos de todos os tipos, menos o que ele desejava. O mestre lhe respondeu que não havia problema algum em se pensar em outras coisas, exceto em macacos. O discípulo estranhou a recomendação: Posso pensar em tudo menos em macacos. Isso está muito estranho. Mas como ele sabia que seu mestre era muito sábio, foi-se então, e começou a praticar a sua orientação.

Quinze dias depois, o discípulo volta a conversar com o mestre, dizendo não ter jeito para meditar, pois durante os quinze dias, toda vez que ia meditar, lembrava-se da orientação do mestre – não pensar em macacos, mas insistentemente, só pensava em macacos.

Então o mestre lhe disse:

-Aprendeu a lição?

– Que lição? Não entendi.

– Todas as vezes que nos dispusermos a lutar contra um pensamento, a proibi-lo e negá-lo, ele se tornará mais forte e insistente. Para nos libertarmos dos pensamentos inquietantes, é necessário dominá-los de uma forma suave, observando seu fluxo, permitindo que ele se expresse, voltando ao pensamento que desejamos. Só assim conseguiremos adequar nossa mente aos objetivos da meditação.

A repetição da prática meditativa criará um novo condicionamento mental, de modo que a mente permanecerá firme nas metas que lhe forem apresentadas.

O segredo, então, está na repetição! Vamos tentar?

Déborah Aquino
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Precisa desapegar de algo do passado?

O apego é uma característica natura lado ser humano, como Bowlby mesmo diz em sua Teoria do Apego, é uma pratica necessária para o desenvolvimento humano. Uma vez que construímos apegos seguros e de qualidade, isso pode nos ajudar e fortalecer nossas relações durante toda a vida.

O maior desafio está quando estabelecemos apego inadequado, excessivo e até sustentamos relações destrutivas e depreciativas devido ao excesso do apego. Normalmente, este comportamento é uma consequência do uso do que chamamos no psicodrama de conserva cultural, como uma série de regras que vamos aprendendo e consolidando ao longo da vida, em determinadas situações começamos a aceitar que essas regras não podem e não devem ser mudadas, mesmo que nos faça mal.

O desafio está no exercício do DESAPEGO. Desapegar é amor a si mesmo, é reconhecer que conseguimos valorizar mais o nosso eu que o outro, ou uma situação e até mesmo um objeto. “(…) Quando arrancamos “verdades”, ”orgulhos”, “domínios”, “defesas”, “idealizações”, perdemos aquilo que ilusoriamente complementava nosso eu. Surge, neste sangue, o adubo para o terreno do perdão. Essa profunda dor do eu se ameniza com o desapego e a confiança.” São palavras de Maria da Penha Nery, psicóloga e psicodramatista, que justificam tão bem a necessidade e o grande desafio que é desapegar-se.

É preciso aprender a confiar em si, confiar na sua capacidade de reconstruir um novo eu à partir do desapego à que você se aprisiona. Para auxiliar nisso, você tem disponível na AtitudeStore – plataforma de cursos online – o Aulão A Prática do Desapego, com discussão, reflexão e técnica para te ensinar a praticar o desapego.

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5 dicas para aumentar sua performance financeira pessoal

Você esta insatisfeito com sua vida financeira e não consegue entender os motivos que o impede de avançar? Esse problema te faz levantar todos os dias para conquistar seu dinheiro, trabalhar muito, e ainda não conseguir o suficiente para conquistar sua meta?

Preparei 5 dicas para ajudar você a entender o que pode ser melhorado no seu dia a dia para valorizar mais o seu dinheiro e faze-lo render.

Dica 1

  • Perceba-se! Com dinheiro ainda agimos no automático, não temos clareza do que realmente precisamos, do que é excesso, de quais são os limites do nosso dinheiro e as prioridades.
  • Comece a reparar o que você não faz, mas gostaria de fazer?
  • E o que você faz, mas precisa abandonar com urgência?

 

Dica 2

  • O que te impede de fazer isso?
  • Comece a reparar quais são os gatilhos que te impede de fazer, aquilo que sabe que precisa ser feito?

 

Dica 3

  • Visualize! O cérebro não percebe a diferença entre cenários reais e imaginados, pois utiliza os mesmos circuitos neuronais e motores para processa-los. Treine na sua cabeça e depois passe para a realidade, se você tem medo de não conseguir, visualize como conseguiu chegar lá e implemente isso passo a passo.

 

Dica 4

  • Com objetivos fica mais fácil.
  • Se faça um desafio a cada dia, um passo de cada vez, pequenas metas para levar a uma meta maior, não importa o nome que queira dar. Lembre-se que você vai chegar lá por etapas. Um exemplo que desenvolvo com meus clientes em relação ao orçamento, mesmo que falte uma ou outra anotação, primeiro crie o hábito, com o tempo você ficará cada vez melhor. Essa é uma das propostas do movimento #fazeracontecer2017, tirar suas metas do papel para você realmente realizar. Conheça mais.
  • Saiba que fazer vários planos não quer dizer que todos darão certo, as vezes será necessário ajustar, negociar com você mesmo, não tenha medo do fracasso, com ele sempre extraia um aprendizado. Fracassar não é permanente, a não ser que você permita.

 

Dica 5

  • Peça ajuda!
  • Contar com a ajuda de um profissional pode acelerar o processo, no coaching financeiro que aplico também trabalho a seu desenvolvimento cognitivo, para que use todas as suas capacidades a seu favor e consiga atingir seus objetivos financeiros.

Aumentar sua performance para controlar a sua vida financeira, vai te proporcionar mais tempo, tranquilidade e satisfação para poder realizar aquilo que deseja.

#vamosagir?

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach de Finanças, Treinadora comportamental e Palestrante.
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Proibida reprodução sem autorização legal do autor.

POR QUE MEDITAR?

A resposta é simples, para desfrutar da verdadeira felicidade.

Todos nós sabemos o que é sentir-se feliz. Já sentimos isso várias vezes. O problema é que invariavelmente esse sentimento de felicidade não dura, acaba desaparecendo. Quantas vezes não desejamos obter algo acreditando que aquilo traria a verdadeira felicidade. Obtendo aquilo que desejamos, o sentimento de felicidade pode ser extremamente intenso e recompensador, mas passado algum tempo já não sentimos mais a mesma coisa e até começamos a ver defeitos naquilo que antes parecia completamente perfeito. A nossa reação, regra geral, é colocar defeito no objeto. Ou seja, se aquilo que obtivemos não trouxe a felicidade completa e duradoura é porque não encontramos a coisa certa e assim saímos em busca de alguma outra coisa que seja perfeita e duradoura. E assim seguimos na nossa busca sem fim.

Mas há uma felicidade que é perfeita e duradoura, que não desaparece e que não depende das circunstâncias. A verdadeira felicidade está no interior, nas nossas próprias mentes, não pode ser encontrada no mundo, lá fora. Essa felicidade não é egoísta pois não precisa tomar nada de ninguém e não causa nenhum tipo de dano a ninguém, pois se a nossa felicidade tiver que depender de tomar algo de outras pessoas ou do sofrimento de outras pessoas, elas de alguma forma irão dar um fim nisso. A felicidade que vem do interior não precisa ter um fim e não precisa tomar nada de ninguém, sendo portanto um ato de sabedoria e um ato de compaixão. Para encontrá-la, o único método possível é a meditação.

A meditação é como uma expedição exploratória no interior das nossas mentes. Um processo investigatório que tem dois objetivos: o primeiro é entender como a mente funciona e o segundo é treiná-la.

Entender como a mente funciona significa compreender porque em determinadas situações acabamos agindo ou dizendo coisas que acabam ferindo até mesmo pessoas que queremos muito bem e a nós mesmos. Coisas das quais acabamos nos arrependendo mais tarde; ou porque as coisas que obtemos e que nos trazem tanta felicidade, passado algum tempo perdem valor.

Treinar a mente significa deixar de lado aqueles hábitos mentais que acabam produzindo uma felicidade apenas temporária, que prejudicam os outros e a nós mesmos, e que nos afastam da verdadeira felicidade. Além disso, treinar a mente significa cultivar, desenvolver, aqueles hábitos que irão beneficiar os outros e a nós mesmos e que conduzem à verdadeira felicidade.

O objetivo da meditação não é curar um determinado mal-estar emocional que a pessoa possa estar sentindo, mas sim atacar o problema na sua raiz eliminando as causas que dão origem a todos os tipos de mal-estar mental e que impedem a verdadeira felicidade.

Déborah Aquino
Positive Coach e Escritora do livro Num Piscar de Olhos
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Do que você tem medo?

O medo é um sentimento muito comum e altamente esperado para sobrevivência do ser humano. Na era pré histórica, o medo nos ajudava a sobreviver, nos auxiliava na proteção e a manter nossa vida por mais tempo possível. Acontece que com a nossa evolução, fomos perdendo a necessidade de ter medo de grandes animais, catástrofes, visto que estamos protegidos pela civilização e, claro, devido um pouco da destruição natural que causamos no Planeta, infelizmente.

No psicodrama, a abordagem da psicologia em que me especializei e continuo estudando, utilizamos três tipos de medo: Medo do Desconhecido, Medo do Mundo Interno e Medo do Mundo Externo.

Vamos entender cada um desses medos sob a ótica do Victor Dias, um pesquisador e psicodramatista brasileiro. Para ele, o medo é um sentimento de autoproteção mais importante que existe no ser humano, e como ele mesmo diz em seu livro Sonhos e psicodrama interno na análise psicodramática: “(…) não há maior desproteção do que ignorá-lo”. Por isso, aprenda a encarar, entender e lidar com seus medos:

Medo do Mundo Interno: são medos de conflitos internos que envolvem angústias relacionadas ao Eu e a percepção do mundo, normalmente desproporcional às ameaças externas. Por exemplo: medo de não conseguir realizar algo, medo de não ser capaz de concluir uma tarefa, medo de aprender a dirigir, etc.

Medo do Desconhecido: são medos de situações ou comportamentos que vamos experimentar pela primeira vez. Também relacionados às expectativas que criamos em relação as pessoas ou desfecho de situações. Por exemplo: encontrar uma pessoa pela primeira vez, fazer uma viagem, mudanças de vida, etc.

Medo do Mundo Externo: são medos de situações reais, com percepções corretas à respeito da realidade que aparecem diante de ameaças perigosas que podem variar a intensidade. Podendo variar de um estado de alerta simples a um pânico ou terror. Por exemplo: animais silvestres, batida de carro, assaltante vindo em sua direção, etc.

Uma dica preciosa para você trabalhar seu medo é sempre buscar refletir:

QUAL DADO DE REALIDADE EU TENHO QUE JUSTIFICA ESSE MEDO?

Essa é uma pergunta muito utilizada em processos de coaching para promover a reflexão do cliente sobre a fantasia que está criando em relação ao futuro que deseja para si ou que pode ocorrer caso ele tome determinada atitude.

Se este dado de realidade NÃO existir, provavelmente o seu medo é do mundo interno ou desconhecido. Isso significa que você está supervalorizando suas fantasias e expectativas e o fundamental é que você entenda as raízes e trabalhe sua capacidade de enfrentamento do medo com apoio de um psicólogo, pois quando temos uma intensidade muito grande de medos, acabamos bloqueando nossa espontaneidade e perdemos nossa capacidade de dar respostas adequadas às situações que experimentamos.

Vamos Agir?

Zora Adrianne Viana Sigoli
Psicóloga, Coach e Palestrante
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