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[CINE ATITUDE] Azul é a cor mais quente e a capacidade de se aceitar

Olá Pessoal! Sejam bem vindos ao Programa Atitude na TV! Este é um espaço que vai fazer uma conexão especial entre sétima arte e a psicologia!

Aqui você encontra uma nova forma de entender o que acontece em seu dia a dia e possibilidades para transformá-lo.

Para começar escolhi o filme Azul é a cor mais quente, com uma lição de vida espetacular que mostra o quanto é importante aceitar nossas características, qualidades, pontos de melhorias e o que fazer para começar o exercício da AUTOACEITAÇAO. Tenho certeza que vai fazer a diferença na sua vida!

Espero que gostem, este é um projeto muito especial, que sempre sonhei para a Atitude Emocional e com a participação de vocês com certeza será um sucesso.

Com carinho,
Zora Viana
Psicóloga, Coach e Palestrante
@zoraviana | @atitudemocional

Cuidado! Dívidas podem causar depressão

O que nos torna endividados?

Muitas questões estão envolvidas em uma resposta como essa, mas a que quero destacar hoje é apenas uma: falta de clareza sobre limites e suas consequências.

Até onde você pode ir com seu dinheiro? Essa é uma pergunta que muitos não conseguem responder. Temos muita dificuldade em saber os limites do nosso dinheiro para cada necessidade e vontade que temos. Essa falta de autocontrole faz com que a pessoa se perca com suas finanças.

54 milhões de brasileiros começaram 2015 inadimplentes, segundo uma pesquisa do Serasa Experian, aproximadamente 40% da população adulta. Você não esta sozinho! Mas cuide-se: as dívidas podem se tornar um problema crônico se não forem resolvidas.

O endividamento tem efeitos em muitos aspectos da nossa vida, um deles é na nossa saúde, aumenta a probabilidade de sintomas da depressão, pois altera o nosso equilíbrio emocional. Angústia por não saber como resolver, ansiedade para resolver logo, auto estima rebaixada pela realidade desanimadora, essas emoções e outras afetam o humor, a motivação, o sono, gera medo, insegurança e pessimismo.

Quando não é gerada por uma situação como desemprego ou problemas de saúde, o endividamento aparece, principalmente, com pequenos gastos, primeiro no cartão de crédito, depois o cheque especial, daí você tenta um empréstimo para lidar com os gastos e outro, outro… quando vê a situação saí do controle.

É neste momento que a depressão pode aparecer, ela vem com uma visão de que não há alternativa, não tem jeito, a pessoa sente um desânimo que a impede de agir e fazer o necessário para sair dessa situação.

E o que resolver primeiro? A depressão ou o endividamento?
Na verdade cada resolução vai contribuir com a outra, quando uma pessoa está deprimida os pensamentos negativos tomam conta, por isso, quando tratada a pessoa consegue enxergar melhor a realidade e os caminhos para resolver. Porém quando a pessoa age primeiro para sair do endividamento a sensação de alívio pode contribuir para diminuir os sintomas da depressão. Por isso cada caso deve ser analisado.

Esses sentimentos são normais aos endividados, por isso selecionei algumas dicas para trazer de volta o equilíbrio financeiro e, por consequência, contribuir para o equilíbrio emocional.

Pratique #atitudenasfinanças:

 1 – Aceite e reconheça que você errou e pode errar.
Mas que tem capacidade de mudar esse resultado. Acredite mais em você mesmo do que no dinheiro.

2 – Observe quais os gatilhos que fazem gastar com impulsividade.
Desenvolver o autoconhecimento é a chave para entender o que faz você agir como age.

3 – Dê um passo de cada vez.

O problema pode parecer grande, mas você não é super homem ou mulher maravilha, você é um ser humano e olhando para uma meta menor, o que aqui no Grupo Atitude Emocional chamamos de micro metas, te dará mais disposição e autoconfiança  para agir.

4 – Converse com familiares e peça ajuda.

Assim como você erra, eles erram também, assim como você têm suas habilidades, eles têm as deles e somando o que todos têm de bom e uns ajudando aos outros em suas fragilidades, fica muito mais fácil superar, afinal, ninguém é mais forte do que todos juntos.

5 – Busque ajuda profissional 

Não é qualquer emoção negativa que pode ser considerada depressão. É normal ficar triste, chorar, se preocupar e até se desesperar por causa de dinheiro, porém se as emoções persistirem, procure a psicoterapia da Atitude Emocional.

Um dos maiores problemas do endividamento é a falta de educação financeira, mas isso não é culpa sua, infelizmente nosso sistema educacional e familiar não suprem essa necessidade do país, mas há profissionais como eu que estão aqui para te educar e ajudar, se permita.

 

#partiuprosperar

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
ana@atitudemocional.com | +55 11 974430123
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Proibida reprodução sem autorização legal do autor.

Você é compulsivo por compras?

Quando fazemos uma compra nosso objetivo é satisfazer um desejo, uma necessidade, uma vontade, ou seja, SATISFAZER.

A pessoa que faz compras compulsivas faz de forma aleatória, sem objetivo específico, sem necessidade, não é algo que a pessoa sinta prazer, e quando acontece é momentâneo, e depois vem o sentimento da culpa.

Quando isso é um problema, quando começa a te fazer mal, precisa ser tratado, pois pode, inclusive, te levar à um quadro depressivo.

Um dos motivos que causa é a necessidade de pertencer, isso vem desde os nossos ancestrais.

Há muitos e muitos anos atrás, para sobreviver, tínhamos que pertencer a algum grupo.  Começamos a nos agrupar para garantir a sobreviveria da espécie, afinal, ninguém faz nada sozinho, um caçava, o outro plantava, outro cuidava das crianças…

Esse sentimento começa, principalmente, na adolescência, quando estamos decidindo quem queremos ser, começamos a encarar um grupo que queremos participar como estilo de vida, se quer pertencer, tem que pensar como o grupo, a se vestir da forma que o grupo se veste, comprar as mesmas coisas, ir aos mesmos lugares.

Mas nem sempre esse sentimento vai ser suprido, por mais que você se esforce, pois também depende de outra pessoa. E você continua buscando, buscando e buscando, e de tanto repetir o comportamento, se torna hábito, você não pensa mais sobre ele, você vai lá e faz.

Já ouviu alguém do grupo social ou familiar dizer que é compulsivo por compras?, Ou alguém diagnosticando outra pessoa com essa compulsão? Esta mais no nosso dia a dia do que pensamos, mas lembre-se que isso pode ser diagnosticado por um psicólogo.

É comum um compulsivo por compras começar a gastar o dinheiro que tem, depois o cheque especial para poder comprar mais do que o dinheiro que tem, mesmo pagando juros, depois vem o cartão de crédito, pagando o mínimo para comprar mais, quando o limite desse cartão acaba, você faz um novo que começará a pagar só em 40 dias ou parcela infinitamente, e quando as parcelas começam a pesar, você pega um empréstimo e essa situação te leva ao superendividamento mais rápido do que você imagina.

As vezes a pessoa consumista acaba escondendo o real motivo por trás, principalmente por problemas ou privações que viveu no passado. Isso pode acontecer de forma consciente ou inconsciente. Cada situação que acontece na nossa vida, vamos fazendo um registro mental com um aprendizado daquela situação, e quando o registro é negativo a pessoa começa a compensar esse sentimento comprando. Isso acontece de forma consciente e, na maioria dos casos, inconsciente, você não sabe exatamente o que foi que causou a compulsão, mas o registro do sentimento continua lá. Afinal, dinheiro é emocional.

Essas experiências que registramos do passado são conhecidas como crenças, que são as verdades absolutas que acreditamos e que moldam todas as nossas decisões com dinheiro. Então, para começar a resolver isso reflita:

Você é ou está uma pessoa compulsiva?

Quando você é, busque um processo terapêutico. Esse serviço esta disponível na Atitude Emocional com as psicólogas Zora Viana ou Eliana Almeida.

Quando está, busque um processo de Coaching de Finanças, nele desenvolvemos a sua mente de prosperidade e clareza de objetivos, que refletem nos seus sentimentos atuais e consequentemente nos seus comportamentos. O coaching de Finanças esta disponível na Atitude nas Finanças e é realizado por mim.

O que mais pode te ajudar:

  1. Comece a prestar mais atenção em você,
  2. Não faça tantos parcelamentos e em muitas vezes (se fizer, faça um controle para saber o valor total das parcelas daquele mês),
  3. Pague à vista e com dinheiro,
  4. Leve o dinheiro contado para o que precisa comprar,
  5. Comece a procurar justificativas reais, motivos reais para sua compra,
  6. Não viva só no presente ou no futuro, busque um equilíbrio,
  7. Defina metas a médio prazo e pense nelas todos os dias, comece a pesquisar, a sonhar com essas metas.

Você pode SIM, ter uma relação mais saudável com seu dinheiro!

Aqui no Grupo Atitude Emocional temos o profissional certo para te ajudar, fale conosco.

#partiuprosperar

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
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Depressão: como identificar?

Todo mundo já se sentiu ou irá se sentir triste em algum momento, afinal, coisas ruins acontecem em nossas vidas e ao redor do mundo.

Mas e quando a tristeza persiste, e passa a atrapalhar a nossa rotina?

A depressão é considerada um dos transtornos mentais mais comuns e incapacitantes do mundo, mais de 322 milhões de pessoas convivem com a depressão em suas vidas.

Chamamos de transtorno depressivo a condição na qual a pessoa sente um constante humor negativo, uma visão muito negativa de si e uma perda de interesse por coisas que antes lhe geravam prazer. A pessoa se sente assim a maior parte do tempo e por muito tempo, e essa é uma das principais diferenças entre a estar com depressão e sentir tristeza que é algo mais passageiro.

Pessoas com depressão pensam diferente de pessoas sem depressão, é comum que elas apresentem pensamentos negativos e de desesperança que refletem como veem o mundo a sua volta, esses pensamentos surgem a partir de crenças negativas sobre si mesmo, as situações e o futuro.

Os depressivos podem se sentir tão impotentes e apáticos com suas vidas, que as suas relações com os outros e suas atividades cotidianas podem ser extremamente comprometidas, levando a uma maior propensão a se isolar socialmente e a pensamentos suicidas, nesse sentido podemos concluir que a depressão é uma condição que afeta não somente a pessoa que está vivenciando o sofrimento, mas todo o contexto no qual ela está inserida.

Apesar do conhecimento sobre a depressão que possuímos atualmente e sobre como essa doença pode ser perigosa, ela ainda não é levada a sério por muitos, algumas pessoas pensam que se trata de algo controlável, passageiro ou nada muito sério, mas é completamente o oposto, a depressão não está sob controle consciente da pessoa e pode prejudicar seriamente a vida dela, sem ajuda profissional pode ser extremamente difícil lidar com essa condição.

Aqui vão algumas dicas que podem ajudar as pessoas com depressão:

– Deixe o preconceito de lado e procure um profissional qualificado que possa te ajudar, isso com certeza fará toda a diferença

– Se envolva em atividades físicas e sociais, envolvimento regular com essas atividades podem ter efeitos muito benéficos e reduzir o sintomas;

– Preste atenção e tente anotar os pensamentos que surgem logo antes de você começar a se sentir mal e durante os momentos de maior tristeza. Se tornar consciente desses pensamentos e imagens é o primeiro passo para poder questioná-los depois  e verificar se eles são realistas. Questionar esses pensamentos pode ajudar a flexibilizar crenças rígidas e diminuir os sintomas da depressão

Nem sempre fazer essas coisas é fácil, e o uso de medicação pode ser necessário para reduzir os sintomas a níveis que permitam a pessoa a realizar esses tipos de atividade mais facilmente, além disso o acompanhamento terapêutico tem a função de auxiliá-lo e fortalecê-lo nessa jornada.

Depressão é sério, pode matar, mas também pode ser tratada!!!

Se mais pessoas soubessem disso muitas vidas poderiam ser poupadas de um enorme sofrimento.

Conte e compartilhe esse artigo para que mais pessoas possam conhecer um pouco mais sobre a depressão e se encorajar a pedir ajuda ou se preparar para oferecê-la.

Eliana Almeida
Psicóloga e Coach
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Estresse bom x ruim: qual o seu?

Quem nunca se sentiu estressado num nível que perdeu o controle sobre todas as suas ações?

Praticamente todos nós já passamos por, pelo menos, um episódio de estresse que nos tirou do eixo e o mais importante nisso é poder identificar e buscar entender como sair de situações como essas com qualidade e bons resultados.

O estresse é uma resposta fisiológica que temos diante dos estímulos externos (ambiente) e internos (emocionais). Quer dizer, quando nos deparamos com situações, há uma liberação hormonal que é secretada pelo que nós, neurocientistas, chamamos de eixo HPA (hipotálamo-pituitária-adrenal). O estresse, especialmente o negativo, impacta muito nossa produtividade e desempenho.

Segundo a Lei de Yerkes-Dodson, existem três estados que representam nossa capacidade de desempenho:

  1. Ócio: se refere aquela sensação de tédio com o trabalho, sem inspiração, nada de interesse por tudo que acontece ao redor. Normalmente as pessoas no estágio de ócio só fazem o suficiente, se você se encontra nesse quadro, é preciso fazer mudanças rápidas, buscar o prazer e o motivo que te leva a desempenhar suas tarefas, e se não vê motivos, mude as tarefas.
  2. Esgotamento: se refere aquela sensação de que não vamos dar conta das exigências, nos sentimos oprimidos pelas circunstancias. Interfere na nossa capacidade de trabalhar bem, aprender, inovar, escutar e planejar. Se você se enxerga nessas características, é preciso dar um basta, entender o que acontece e como pode eliminar as sensações de opressão.
  3. Fluxo: se refere aquela sensação que nos sentimos no controle das nossas emoções e da nossa capacidade de aprendizagem. Nosso foco não se distrai facilmente e sentimos uma alegria espontânea. Se você deseja estar nesse estágio de desempenho, é preciso treino e dedicação e principalmente descobrir se você não está com a Síndrome de Burnout, descubra o que é aqui.

O bom estresse promove o estágio de fluxo e quando ativado libera níveis crescentes de hormônios que nos mobiliza para o entusiasmo, motivação e promove a quantidade certa de cortisol e adrenalina, aliado com a dopamina, estimulando você a fazer qualquer trabalho com eficácia.

Segundo Goleman e também o que acompanho em todos os nossos clientes, quando você aprende a estimular e manter seu estresse bom há uma série de benefícios, como:

  • concentração inabalável
  • flexibilidade ágil em responder desafios
  • execução no auge do seu nível de resultados
  • sentir prazer com o que está fazendo
  • indiscutível alegria
  • sincronia máxima entre as áreas do seu cérebro
  • eficiência cognitiva máxima

Nada mal desenvolver todas essas competencias, certo? Para saber mais, acompanhe o estudo do livro O Cérebro e a Inteligência Emocional do Daniel Goleman, realizado no instagram e facebook, disponível no youtube.com/atitudemocional. Cuide do seu estresse e aumente sua qualidade de vida! Procure um psicólogo.

Vamos agir?

Zora Adrianne Viana Sigoli
Psicóloga, Coach e Palestrante
CRP 06/113561
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Você confia nas pessoas?

Os relacionamentos são temas bem complexos e que com freqüência temos grandes duvidas. Recebemos muitos clientes com necessidades de desenvolver habilidades de relacionamento, porque, no fundo, eles impactam praticamente todas as áreas da nossa vida.

Você já reparou o quanto você confia nas pessoas? E como as pessoas confiam (ou não) em você?

A confiança se dá através do vínculo que estabelecemos uns com os outros. Vínculo é a nossa capacidade de nos ligar afetivamente com as pessoas, o laço que estabelecemos em qualquer área, seja conjugal, profissional ou social. Nossa primeira formação de vínculo é parental, quer dizer, começa com os nossos pais ou com as pessoas que os substituíram, caso seja o seu caso.

Para analisar a confiança que você deposita nas pessoas atualmente, é preciso resgatar e refletir sobre como você estabeleceu o vínculo de confiança com seus pais, sejam biológicos, adotivos ou as figuras que os representaram. No psicodrama, uma abordagem da psicologia, entendemos que ao longo da vida, vamos elaborando uma lógica afetiva de conduta, isso quer dizer, um padrão de como nos vinculamos com as pessoas. Para ajudar na sua reflexão, defini cinco tipos de lógicas afetivas de conduta para que você se identifique:

1.INSEGURA
Aquele tipo de confiança em que não se acredita que vai dar certo, que algo pode acontecer, que você pode perder a qualquer momento e que, muitas vezes, você não merece aquela relação.

2.MEDROSA
Aquele tipo de confiança em que não se consegue tomar nenhuma decisão, procrastina, tem receio de arriscar e dar errado, arriscar e dar certo, você fica sempre com a sensação de que algo não previsto pode acontecer e acaba não se permitindo confiar nas pessoas.

3.RAIVOSA
Aquele tipo de confiança em que você está irritado com frequencia, acha ruim como as pessoas se comportam, sempre tem um motivo para reclamar ou questionar o comportamento do outro e acaba se tornando agressivo com as pessoas importantes pra você.

4.”TUDO LINDO”
Aquele tipo de confiança em que se acredita que tudo vai dar certo, confia exageradamente nas pessoas e que tudo sairá do jeito mais perfeito que poderia. Vive como se as relações fossem mágica, mesmo que sofra frustrações, acaba agindo inadequadamente.

5.ESPONTÂNEA
Aquele tipo de confiança em que se consegue ser adequado nos comportamentos. Constrói a confiança aos poucos e consegue estabelecer uma construção saudável nos relacionamentos. Está disposto e aberto para o encontro com o outro, se permitindo os benefícios e os desafios da confiança.

Em qual desses tipos de lógica afetiva de conduta você mais se identifica?

Lembre-se que a saúde nos nossos relacionamentos está na permissão e construção que fazemos dos vínculos aos poucos. É possível mudar nosso padrão de lógica, caso ele seja negativo e não te traga felicidade, e isso é desenvolvido em um processo de terapêutico e/ou coaching focado em autoconhecimento e mudanças de comportamento.

Vamos agir?

Zora Adrianne Viana Sigoli
Psicóloga, Coach e Palestrante
CRP 06/113561
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Como usar cartão de crédito à seu favor

Já atendi muitos clientes que queriam começar a fazer compras sem usar o cartão de crédito, por sentirem que essa ferramenta mais atrapalha do que ajuda o controle do dinheiro. Pensando nelas e em tantos seguidores que já me pediram ajuda quanto a esse tema nas minhas mídias, separei algumas dicas para te ajudar a refletir como usar melhor o seu cartão de crédito, e talvez, até mudar sua opinião em mante-lo nas suas finanças:

1 – Quanto você paga para ter um cartão de crédito?

Esse é o valor da anuidade, que pode ser gratuita sem prazo ou apenas no primeiro ano, à vista ou parcelada. O banco não empresta dinheiro pelo cartão de crédito de graça, a não ser que vise outros ganhos, como atrair novos correntistas.

Dependendo do quanto usa o cartão e se paga sua fatura em dia, ainda é possível negociar a anuidade podendo ter isenção ou desconto no pagamento.

Muitos cartões ainda justificam essa cobrança pelos benefícios que oferece, como programa de pontos que você pode trocar por produtos, serviços ou milhas. O melhor cartão não é apenas o sem anuidade, você precisa avaliar o que usa dos benefícios que ele oferece.

2 – Qual o custo x benefício?

Existem pontos que podem ser trocados por milhas e usa-las na compra passagens aéreas (Aqui no Brasil, só viajo assim).

Existem pontos que você troca por produtos disponíveis no site da operadora de cartão: eletrônicos, eletrodomésticos, livros, produtos para casa e dia a dia.

Existem cartões que você tem isenção ou desconto em estabelecimentos como: restaurantes, cinemas, shows, teatro, etc.

Para avaliar se compensa calcule os benefícios que usa, o quanto economiza tendo o cartão de crédito e compare com anuidade. Uma dica extra: comece a poupar essa economia que esta fazendo, é uma forma de economizar sem sentir.

Se você economizar muito mais do que vai pagar de anuidade compensa ter um cartão.

Um ponto importante é verificar como você tem acesso a esses benefícios, as vezes é tão complexo ou o vencimento de uso é tão pequeno, que você não vai conseguir aproveitar.

3 – Qual o limite ideal?

Aquele adequado a sua necessidade!

Se ele é alto demais ou se ele é baixo demais você pode acabar se comprometendo. Sendo alto demais pode não controlar, por não ter disciplina em gastar somente aquilo que você pode, que está dentro do seu orçamento, para você conseguir no mês seguinte pagar 100% da sua fatura. Ou se ele tiver no limite muito baixo você recorrer também além do cartão de crédito a mais modalidades de crédito como cheque especial ou empréstimo e acabar acumulando juros, perdendo o controle do seu dinheiro.

O que é mais adequado para seu perfil!

Se você é uma pessoa indisciplinada, não é interessante ter um limite de cartão de crédito muito além daquilo que você tem capacidade de pagar. Agora se você tem mais controle do seu dinheiro, não importa de quanto seja o limite, você vai usar até onde sua renda permite.

Alguns cartões de crédito permite que você gaste além do seu limite, porém é  cobrado uma taxa separada, então fiquem de olho neste valor e nesta necessidade.

Independente do limite que o cartão tenha, você pode definir o seu próprio limite de gasto nele, faça um planejamento quanto pode gastar no cartão de crédito pra ter capacidade de pagar 100% da fatura.

4 – Saiba quanto custa usar um dinheiro que não é seu

É claro que o ideal é pagar 100% da fatura do cartão, mas se acontecer alguma emergência, se acontecer algum imprevisto e você não tiver uma reserva de emergência, quanto vai pagar de juros?

Escolha o cartão de crédito que tem o menor juros possível, lembre-se que quanto menor a taxa, menor será o valor que você paga de juros caso você atrase o pagamento.

Todos os cartões de créditos têm juros, mas alguns além dos juros tem multa por atraso, então você aumenta mais ainda sua dívida sem necessidade, já que tem outras opções como cortar gastos.

5 – Qual o motivo de ter vários cartões de crédito?

Estratégia de pagamento? Faz muito sentido manter 2 cartões de crédito com vencimentos diferentes, assim, caso veja que os pagamentos para o próximo mês estão mais pesados, pode mudar o cartão que faz compras e adiar ainda mais o pagamento.

Mas se você tem mais de um cartão de crédito e não usa de forma estratégica, fique com apenas um e cancele todos os outros. Ter mais de um cartão pode te atrapalhar no controle, você terá que administrar as anuidades, taxas, juros, vencimentos, valores de compras em cada um, será complexo, dará mais trabalho e você irá procrastinar. Em relação aos benefícios, provavelmente, você não irá conseguir utilizar 100%, porque dividirá os gastos em mais de cartão.

Algumas pessoas tem o cartão de crédito pessoal e o cartão de crédito empresarial, essa é uma excessão, pois são contas que devem ser mantidas separadas.

Então, avalie a sua real necessidade, o custo financeiro, de tempo e de energia para administrar as informações de todos.

6 – Cuidado com os cartões temáticos

Das lojas, de times, de seguradoras, de supermercado, esses cartões temáticos nem sempre compensam, avaliem os critérios que já conversamos aqui.

Se você, por exemplo, você quer ajudar a Mata Atlântica ao invés de fazer um cartão de crédito da Mata Atlântica, faça uma doação. Se quer descontos em uma compra de vestiários grande, faça apenas essa, pague e depois cancele, se vai comprar apenas um produto, é um desconto que vale a pena?

7 – É possível controlar o seu cartão de crédito

As vezes cancelar o cartão não vai ser a solução para seus problemas financeiros, principalmente se já o usa como extensão da sua renda. Por isso controle o seu orçamento, sabendo quais contas essenciais precisa pagar e não estão contempladas no cartão, quais estão contempladas, quanto ainda tem que pagar de parcelamentos e quanto sobra do seu dinheiro para os novos gastos.

Adie compras, parcele, opte por não comprar, sempre respeite o limite da sua renda, usar o cartão sem controle é um hábito que você construiu e que precisa ser desconstruído se você persistir em usar o cartão de crédito à seu favor.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
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VOCÊ JÁ TEVE UMA EXPERIÊNCIA DE PICO NA CORRIDA?

“Certa vez, numa cozinha, um gato observava um passarinho. Ele está alerta, mas não se esforça, apenas caminha em direção ao passarinho, só observando. Ele não pensa na hora de dar o bote. A mente dele está silenciosa e concentrada na presa. Nenhum pensamento passa pela mente do gato, nenhum julgamento. Quando o pássaro voa, ele salta e intercepta seu jantar. Essa foi uma ação inconsciente, executada com perfeição. Nenhum elogio. Só a recompensa de ter o pássaro na boca.”

Agora, vamos trazer isso pra corrida: quando você acha que temos essa espontaneidade do gato?

Os grandes resultados na nossa vida só aparecem quando a mente esta tranquila e silenciosa. Esses momentos são conhecidos como experiências de pico, segundo a psicologia humanista do Dr Maslow. Quando ele pesquisou características comuns de pessoas que vivenciaram experiências desse tipo, ele reportou o seguinte: “Ele sente corpo e mente mais integrados, sente-se único, é uma experiência sem ego porque a mente esta tranquila, está no ritmo certo, sem esforço exaustivo, livre de bloqueios, medos, inibições, é o aqui e o agora que importa.”

Tente se lembrar de experiências de pico que você tenha tido. É muito provável que você concorde com essas frases. Durante uma experiência dessas, a mente não age como uma entidade separada, dando instruções sobre o que você deve fazer e julgando o que você fez. Ela fica quieta e a corrida flui.

Correr uma prova inteira em experiência de pico, ou flow, é o que todo corredor busca. Nada de diálogos internos, nada de brigas entre você e você mesmo, apenas você e a corrida.

Passei por duas experiências de pico na minha vida inteira como corredora. Então percebam que não é algo fácil de atingir.

Uma delas, foi na Athenas, em abril desse ano, numa prova de 12km. Estava bem preparada física e mentalmente, confiante, prestando atenção apenas à minha respiração. Tinha uma estratégia bem definida e sabia que só precisava olhar no relógio a cada 4km ( pois dividi a prova em 3 x 4km). Treinei muito para perceber a velocidade através da respiração, então não tinha externo que pudesse tirar meu foco aquele dia.

Fiz a prova inteira completamente em transe. Transe este que só acabou a 500m da chegada, quando vi meu treinador gritando feito doido pra eu apertar a velocidade!

E aí entra e resposta para a pergunta que fiz no começo: a nossa espontaneidade, como a do gato, entra em ação em momentos como a chegada, no fim da prova.

Nessa hora, a adrenalina e a vontade de chegar para coroar um objetivo, fazem com que tenhamos a ação antes de planejar, e isso tira a nossa capacidade de raciocinar. E aí, o melhor pace aparece, a melhor técnica, a passada fica perfeita. Por que? Porque você não pensa! E o fato de não pensar e sair tudo perfeito por exemplo, no fim de uma prova, faz com que as pessoas achem que isso é sorte. Mas não é.

Como explicar depois de correr 20 km, fazer o melhor km da sua prova no final? Não podemos creditar isso à sorte. Isso se deve à repetição de execuções bem sucedidas nos treinos. Quando você repete uma coisa e fica bom nela, o que acontece com a sua confiança? Ela aumenta! Para qualquer coisa na vida!

Então em resumo: pra aumentar a eficácia da corrida, é preciso acalmar a mente e ter foco em uma coisa só. E silenciar a mente significa evitar pensar, calcular, julgar, ter medo… A mente tranquila, quando está no aqui e no agora provoca uma unidade entre as duas “pessoas” que brigam dentro de você durante uma prova ou um treino mais desafiador.

E o objetivo de trabalhar a mente (tanto na Conversa de Coaching quanto no processo de Coaching Esportivo) para a corrida é aumentar a frequência e a duração desses momentos, até que um dia, você consiga fazer uma prova inteira nesse estado!

Bons km’s!!

Déborah Aquino
Positive Coach e Escritora do livro Num Piscar de Olhos
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Medo de mudar de carreira – um estudo de caso

Vou narrar um caso de um cliente que vamos chamar de Adonis, nome fictício para preservar a identidade do cliente. Ele é bancário, sem graduação concluída, mais de 30 anos de idade, residente no Brasil e me trouxe a seguinte queixa: “não sei o que quero profissional, estou sem plano de carreira definido, ganho bem, mas estou insatisfeito. Não consigo concluir minha faculdade, porque não tenho conexão com ela”.

A carreira é parte muito importante em nossas vidas. Nela aprendemos a ser produtivos, nos fortalecemos socialmente (ou deveríamos) e começamos a ganhar retorno financeiro através do nosso esforço e dedicação. Podemos dizer que a carreira é parte essencial da construção da autoestima e autoconfiança do ser humano, com base em todos os clientes que atendo diariamente.

Quando um cliente me procura por insatisfação na carreira atual, geralmente investigamos todas as áreas da vida para entender outras razões que complementam a insatisfação, porque raramente está exclusivamente na atividade profissional. No caso de Adonis, por trás da queixa profissional também havia uma queixa sobre sua insatisfação consigo mesmo, com a definição de quem ele é e como encontrar prazer em sua rotina diária.

Adonis já era uma pessoa de sucesso, com 30 anos e sem graduação, conquistou um ótimo cargo num banco renomado no Brasil, isso provava uma capacidade de construção muito boa, que precisaria ser aproveitada em seu processo de coaching e de transição. Nosso planejamento foi trabalhar para vencer o medo de fazer mudança por não ter uma faculdade – ele achava isso importantíssimo e que o bloqueava de crescer em outros locais. Identificamos e construímos o seu perfil pessoal, profissional e de competências, fizemos uma perspectiva de futuro para todas as áreas da vida e realizamos exercícios de criação, pesquisa e conexão com carreiras afins com seu perfil.

Adonis superou muitos desafios, identificou que gosta da área bancária, mas com especificidade em investimentos. A partir disso, elaboramos um plano de carreira considerando suas competências e fortalezas, bem como consideramos suas fraquezas e dificuldades. Não há transição de carreira perfeita e sem obstáculos. É preciso dedicação, empenho e força para alcançar todos os objetivos que desejamos na vida.

Aqui o feedback de Adonis: “A evolução foi absurda. É uma coisa simples, mas é muito bom você ver que 5 meses depois que começamos, mesmo eu ainda não tendo concretizado a transição, é muito bom e confortante saber que hoje eu tenho objetivos e metas. Eu sei pra qual direção eu devo ir.  O que eu buscava era um rumo. Isso trouxe mais calma, menos ansiedade, mais paz, tranqüilidade para resolver as coisas e saber esperar o momento certo. Quando eu comecei, eu estava com sentimentos muito à flor da pele, não sabia o que eu queria, mas queria que acontecesse alguma coisa. Hoje estou sendo capaz de suportar um desgaste em prol de um objetivo maior, gira em torno do que eu estou fazendo para que as coisas aconteçam. Minha área profissional foi de uma evolução incrível, mas ainda tem coisas no meu pessoal que precisam ser trabalhadas.

Este final traduz o quanto não existe happy end em processos de desenvolvimento. A terapia ou processo de coaching é o começo para muita percepção, amadurecimento e mudanças gradativas para fazer escolhas mais coerentes com o que realmente desejamos. A mudança que você deseja na sua vida depende de você #fazeracontecer. Para conhecer mais como funciona nosso trabalho e como podemos te ajudar, entre em contato.

Vamos agir?

Zora Adrianne Viana Sigoli
Psicóloga, Coach e Palestrante
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Saiba quais são os 10 Mandamentos do Planejamento Financeiro

1. Saiba seu padrão de renda

  • Respeite seu padrão de renda não de consumo,
  • Saiba exatamente quanto são seus gastos básicos,
  • Desconsidere da sua renda básica eventuais gratificações, bônus, comissões, 13 salário,
  • Se você é autônomo, faça média de 1 ano e saiba os meses de alta e baixa para se planejar.

 

2. Analise para onde vai seu dinheiro

  • Na decisão de compra, se questione, você quer, precisa, esta no orçamento, vai melhorar sua vida?,
  • Faça pesquisa de mercado,
  • Não compre por impulso, o que vai comprar, como vai ser pago, de onde virá o dinheiro, pode ser adiado, qual a melhor negociação?,
  • Tenha metas para não gastar seu dinheiro e ter arrependimentos.

 

3. Reflita sobre a qualidade dos seus gastos e reveja hábitos

  • Qual a soma dos pequenos gastos que faz no dia a dia?,
  • Onde pode cortar, reduzir e redirecionar esses gastos?,
  • Você sabe em qual categoria gasta mais o seu dinheiro? Anote tudo!,
  • Defina suas prioridades financeiras.

 

4. Faça uma reserva ou um seguro

  • Que patrimônios precisa proteger pois podem gerar altos custos?
  • Que imprevistos e emergências já aconteceram com conhecidos? Pode acontecer com você também!
  • Se você tiver uma oportunidade que demanda mais dinheiro do que tem disponível, como vai fazer?
  • Como vai se preparar para o futuro?

 

5. Use crédito consciente

  • Consegue adiar a compra?
  • Consegue pagar 100% da sua fatura todos os meses?
  • Consegue incluir esse parcelamento na sua renda do próximo mês sem deixar de pagar os gastos essenciais?
  • Existe uma alternativa viável e mais econômica?

 

6. Faça e siga seu plano de ação

  • Seu plano esta claro e você sabe exatamente o que precisa fazer?
  • Seu plano tem datas e prazos de conclusão?
  • Quando algo saí do planejado como reage para fazer ajuste?
  • Tudo esta alinhado com sua meta principal?

 

7. Poupe 

  • Você se paga primeiro?
  • Sabe quanto precisa poupar para suas metas?
  • Pensa em formas de criar renda extra para disponibilizar mais dinheiro para sua poupança?
  • Consegue enxergar quais gastos que, ao cortar, te permitirá poupar mais?

 

8. Estabeleça sua estratégia de investimentos

  • Qual seu perfil de investidor?
  • Como vai multiplicar seu dinheiro e faze-lo trabalhar para você?
  • Você se adequa aos produtos de investimentos ou ao seu perfil de risco?
  • Esta disposto a conhecer e se aprofundar mais nesse tema? Comece!

 

9. Mantenha-se informado e invista continuamente na sua excelência

Como aprofunda seu conhecimento sobre:

Autoconhecimento?

Educação financeira?

Orçamento pessoal?

Alcançar metas?

Investimentos?

 

10. Continue nesta jornada e aproveite a vida.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
ana@atitudemocional.com | +55 11 974430123
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Proibida reprodução sem autorização legal do autor.

E O PENSAMENTO INTRUSO DURANTE A MEDITAÇÃO? O QUE FAZER COM ELE?

Muitas pessoas reclamam da falta de concentração para meditar. Já ouvi dizer que aparecem os mais variados tipos de pensamento, nas mais variadas velocidades e muitas inquietações.

Essa dificuldade de autodomínio é comum durante a prática meditativa. Os pensamentos que surgem, normalmente estão relacionados à vida cotidiana, ao que realizamos ou vamos ainda realizar. Sensações de ansiedade, frio, sonolência, calor, também são normais. A verdade é que, quando nos aquietamos pelo relaxamento, o corpo, acostumado ao “barulho”, parece reclamar, respondendo dessa forma.

E o que devo fazer quando isso acontece?

Com relação aos pensamentos intrusos ao objetivo da meditação, devemos evitar lutar contra eles ou mesmo negá-los, pois se assim o fizermos, eles ganharão mais força. Devemos apenas observá-los e voltar ao objetivo da meditação.

Existe uma história que ilustra bem isso:

Certa vez, um grande mestre oriental foi procurado por um de seus discípulos, que lhe confidenciou ter dificuldade em meditar, pois todas as vezes que se colocava em meditação, surgiam dezenas de pensamentos que lhe desviavam a atenção do objetivo dela. Eram pensamentos de todos os tipos, menos o que ele desejava. O mestre lhe respondeu que não havia problema algum em se pensar em outras coisas, exceto em macacos. O discípulo estranhou a recomendação: Posso pensar em tudo menos em macacos. Isso está muito estranho. Mas como ele sabia que seu mestre era muito sábio, foi-se então, e começou a praticar a sua orientação.

Quinze dias depois, o discípulo volta a conversar com o mestre, dizendo não ter jeito para meditar, pois durante os quinze dias, toda vez que ia meditar, lembrava-se da orientação do mestre – não pensar em macacos, mas insistentemente, só pensava em macacos.

Então o mestre lhe disse:

-Aprendeu a lição?

– Que lição? Não entendi.

– Todas as vezes que nos dispusermos a lutar contra um pensamento, a proibi-lo e negá-lo, ele se tornará mais forte e insistente. Para nos libertarmos dos pensamentos inquietantes, é necessário dominá-los de uma forma suave, observando seu fluxo, permitindo que ele se expresse, voltando ao pensamento que desejamos. Só assim conseguiremos adequar nossa mente aos objetivos da meditação.

A repetição da prática meditativa criará um novo condicionamento mental, de modo que a mente permanecerá firme nas metas que lhe forem apresentadas.

O segredo, então, está na repetição! Vamos tentar?

Déborah Aquino
Positive Coach e Escritora do livro Num Piscar de Olhos
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