Como usar cartão de crédito à seu favor

Já atendi muitos clientes que queriam começar a fazer compras sem usar o cartão de crédito, por sentirem que essa ferramenta mais atrapalha do que ajuda o controle do dinheiro. Pensando nelas e em tantos seguidores que já me pediram ajuda quanto a esse tema mas minhas mídias, separei algumas dicas para te ajudar a refletir como usar melhor o seu cartão de crédito, e talvez, até mudar sua opinião em mante-lo nas suas finanças:

1 – Quanto você paga para ter um cartão de crédito?

Esse é o valor da anuidade, que pode ser gratuita sem prazo ou apenas no primeiro ano, à vista ou parcelada. O banco não empresta dinheiro pelo cartão de crédito de graça, a não ser que vise outros ganhos, como atrair novos correntistas.

Dependendo do quanto usa o cartão e se paga sua fatura em dia, ainda é possível negociar a anuidade podendo ter isenção ou desconto no pagamento.

Muitos cartões ainda justificam essa cobrança pelos benefícios que oferece, como programa de pontos que você pode trocar por produtos, serviços ou milhas. O melhor cartão não é apenas o sem anuidade, você precisa avaliar o que usa dos benefícios que ele oferece.

2 – Qual o custo x benefício?

Existem pontos que podem ser trocados por milhas e usa-las na compra passagens aéreas (Aqui no Brasil, só viajo assim).

Existem pontos que você troca por produtos disponíveis no site da operadora de cartão: eletrônicos, eletrodomésticos, livros, produtos para casa e dia a dia.

Existem cartões que você tem isenção ou desconto em estabelecimentos como: restaurantes, cinemas, shows, teatro, etc.

Para avaliar se compensa calcule os benefícios que usa, o quanto economiza tendo o cartão de crédito e compare com anuidade. Uma dica extra: comece a poupar essa economia que esta fazendo, é uma forma de economizar sem sentir.

Se você economizar muito mais do que vai pagar de anuidade compensa ter um cartão.

Um ponto importante é verificar como você tem acesso a esses benefícios, as vezes é tão complexo ou o vencimento de uso é tão pequeno, que você não vai conseguir aproveitar.

3 – Qual o limite ideal?

Aquele adequado a sua necessidade!

Se ele é alto demais ou se ele é baixo demais você pode acabar se comprometendo. Sendo alto demais pode não controlar, por não ter disciplina em gastar somente aquilo que você pode, que está dentro do seu orçamento, para você conseguir no mês seguinte pagar 100% da sua fatura. Ou se ele tiver no limite muito baixo você recorrer também além do cartão de crédito a mais modalidades de crédito como cheque especial ou empréstimo e acabar acumulando juros, perdendo o controle do seu dinheiro.

O que é mais adequado para seu perfil!

Se você é uma pessoa indisciplinada, não é interessante ter um limite de cartão de crédito muito além daquilo que você tem capacidade de pagar. Agora se você tem mais controle do seu dinheiro, não importa de quanto seja o limite, você vai usar até onde sua renda permite.

Alguns cartões de crédito permite que você gaste além do seu limite, porém é  cobrado uma taxa separada, então fiquem de olho neste valor e nesta necessidade.

Independente do limite que o cartão tenha, você pode definir o seu próprio limite de gasto nele, faça um planejamento quanto pode gastar no cartão de crédito pra ter capacidade de pagar 100% da fatura.

4 – Saiba quanto custa usar um dinheiro que não é seu

É claro que o ideal é pagar 100% da fatura do cartão, mas se acontecer alguma emergência, se acontecer algum imprevisto e você não tiver uma reserva de emergência, quanto vai pagar de juros?

Escolha o cartão de crédito que tem o menor juros possível, lembre-se que quanto menor a taxa, menor será o valor que você paga de juros caso você atrase o pagamento.

Todos os cartões de créditos têm juros, mas alguns além dos juros tem multa por atraso, então você aumenta mais ainda sua dívida sem necessidade, já que tem outras opções como cortar gastos.

5 – Qual o motivo de ter vários cartões de crédito?

Estratégia de pagamento? Faz muito sentido manter 2 cartões de crédito com vencimentos diferentes, assim, caso veja que os pagamentos para o próximo mês estão mais pesados, pode mudar o cartão que faz compras e adiar ainda mais o pagamento.

Mas se você tem mais de um cartão de crédito e não usa de forma estratégica, fique com apenas um e cancele todos os outros. Ter mais de um cartão pode te atrapalhar no controle, você terá que administrar as anuidades, taxas, juros, vencimentos, valores de compras em cada um, será complexo, dará mais trabalho e você irá procrastinar. Em relação aos benefícios, provavelmente, você não irá conseguir utilizar 100%, porque dividirá os gastos em mais de cartão.

Algumas pessoas tem o cartão de crédito pessoal e o cartão de crédito empresarial, essa é uma excessão, pois são contas que devem ser mantidas separadas.

Então, avalie a sua real necessidade, o custo financeiro, de tempo e de energia para administrar as informações de todos.

6 – Cuidado com os cartões temáticos

Das lojas, de times, de seguradoras, de supermercado, esses cartões temáticos nem sempre compensam, avaliem os critérios que já conversamos aqui.

Se você, por exemplo, você quer ajudar a Mata Atlântica ao invés de fazer um cartão de crédito da Mata Atlântica, faça uma doação. Se quer descontos em uma compra de vestiários grande, faça apenas essa, pague e depois cancele, se vai comprar apenas um produto, é um desconto que vale a pena?

7 – É possível controlar o seu cartão de crédito

As vezes cancelar o cartão não vai ser a solução para seus problemas financeiros, principalmente se já o usa como extensão da sua renda. Por isso controle o seu orçamento, sabendo quais contas essenciais precisa pagar e não estão contempladas no cartão, quais estão contempladas, quanto ainda tem que pagar de parcelamentos e quanto sobra do seu dinheiro para os novos gastos.

Adie compras, parcele, opte por não comprar, sempre respeite o limite da sua renda, usar o cartão sem controle é um hábito que você construiu e que precisa ser desconstruído se você persistir em usar o cartão de crédito à seu favor.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach de Finanças e Palestrante.
ana@atitudemocional.com | +55 11 974430123
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Saiba quais são os 10 Mandamentos do Planejamento Financeiro

1. Saiba seu padrão de renda

  • Respeite seu padrão de renda não de consumo,
  • Saiba exatamente quanto são seus gastos básicos,
  • Desconsidere da sua renda básica eventuais gratificações, bônus, comissões, 13 salário,
  • Se você é autônomo, faça média de 1 ano e saiba os meses de alta e baixa para se planejar.

 

2. Analise para onde vai seu dinheiro

  • Na decisão de compra, se questione, você quer, precisa, esta no orçamento, vai melhorar sua vida?,
  • Faça pesquisa de mercado,
  • Não compre por impulso, o que vai comprar, como vai ser pago, de onde virá o dinheiro, pode ser adiado, qual a melhor negociação?,
  • Tenha metas para não gastar seu dinheiro e ter arrependimentos.

 

3. Reflita sobre a qualidade dos seus gastos e reveja hábitos

  • Qual a soma dos pequenos gastos que faz no dia a dia?,
  • Onde pode cortar, reduzir e redirecionar esses gastos?,
  • Você sabe em qual categoria gasta mais o seu dinheiro? Anote tudo!,
  • Defina suas prioridades financeiras.

 

4. Faça uma reserva ou um seguro

  • Que patrimônios precisa proteger pois podem gerar altos custos?
  • Que imprevistos e emergências já aconteceram com conhecidos? Pode acontecer com você também!
  • Se você tiver uma oportunidade que demanda mais dinheiro do que tem disponível, como vai fazer?
  • Como vai se preparar para o futuro?

 

5. Use crédito consciente

  • Consegue adiar a compra?
  • Consegue pagar 100% da sua fatura todos os meses?
  • Consegue incluir esse parcelamento na sua renda do próximo mês sem deixar de pagar os gastos essenciais?
  • Existe uma alternativa viável e mais econômica?

 

6. Faça e siga seu plano de ação

  • Seu plano esta claro e você sabe exatamente o que precisa fazer?
  • Seu plano tem datas e prazos de conclusão?
  • Quando algo saí do planejado como reage para fazer ajuste?
  • Tudo esta alinhado com sua meta principal?

 

7. Poupe 

  • Você se paga primeiro?
  • Sabe quanto precisa poupar para suas metas?
  • Pensa em formas de criar renda extra para disponibilizar mais dinheiro para sua poupança?
  • Consegue enxergar quais gastos que, ao cortar, te permitirá poupar mais?

 

8. Estabeleça sua estratégia de investimentos

  • Qual seu perfil de investidor?
  • Como vai multiplicar seu dinheiro e faze-lo trabalhar para você?
  • Você se adequa aos produtos de investimentos ou ao seu perfil de risco?
  • Esta disposto a conhecer e se aprofundar mais nesse tema? Comece!

 

9. Mantenha-se informado e invista continuamente na sua excelência

Como aprofunda seu conhecimento sobre:

Autoconhecimento?

Educação financeira?

Orçamento pessoal?

Alcançar metas?

Investimentos?

 

10. Continue nesta jornada e aproveite a vida.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach de Finanças e Palestrante.
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5 dicas para aumentar sua performance financeira pessoal

Você esta insatisfeito com sua vida financeira e não consegue entender os motivos que o impede de avançar? Esse problema te faz levantar todos os dias para conquistar seu dinheiro, trabalhar muito, e ainda não conseguir o suficiente para conquistar sua meta?

Preparei 5 dicas para ajudar você a entender o que pode ser melhorado no seu dia a dia para valorizar mais o seu dinheiro e faze-lo render.

Dica 1

  • Perceba-se! Com dinheiro ainda agimos no automático, não temos clareza do que realmente precisamos, do que é excesso, de quais são os limites do nosso dinheiro e as prioridades.
  • Comece a reparar o que você não faz, mas gostaria de fazer?
  • E o que você faz, mas precisa abandonar com urgência?

 

Dica 2

  • O que te impede de fazer isso?
  • Comece a reparar quais são os gatilhos que te impede de fazer, aquilo que sabe que precisa ser feito?

 

Dica 3

  • Visualize! O cérebro não percebe a diferença entre cenários reais e imaginados, pois utiliza os mesmos circuitos neuronais e motores para processa-los. Treine na sua cabeça e depois passe para a realidade, se você tem medo de não conseguir, visualize como conseguiu chegar lá e implemente isso passo a passo.

 

Dica 4

  • Com objetivos fica mais fácil.
  • Se faça um desafio a cada dia, um passo de cada vez, pequenas metas para levar a uma meta maior, não importa o nome que queira dar. Lembre-se que você vai chegar lá por etapas. Um exemplo que desenvolvo com meus clientes em relação ao orçamento, mesmo que falte uma ou outra anotação, primeiro crie o hábito, com o tempo você ficará cada vez melhor. Essa é uma das propostas do movimento #fazeracontecer2017, tirar suas metas do papel para você realmente realizar. Conheça mais.
  • Saiba que fazer vários planos não quer dizer que todos darão certo, as vezes será necessário ajustar, negociar com você mesmo, não tenha medo do fracasso, com ele sempre extraia um aprendizado. Fracassar não é permanente, a não ser que você permita.

 

Dica 5

  • Peça ajuda!
  • Contar com a ajuda de um profissional pode acelerar o processo, no coaching financeiro que aplico também trabalho a seu desenvolvimento cognitivo, para que use todas as suas capacidades a seu favor e consiga atingir seus objetivos financeiros.

Aumentar sua performance para controlar a sua vida financeira, vai te proporcionar mais tempo, tranquilidade e satisfação para poder realizar aquilo que deseja.

#vamosagir?

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach de Finanças, Treinadora comportamental e Palestrante.
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Como economizar com as férias das crianças?

Julho, mês de férias da criançada e também de muita preocupação de pais e mães com o orçamento. As possibilidades são inúmeras, desde viagens à passeios e brincadeiras, mas como esta seu orçamento financeiro para este mês?

Apesar do medo de extrapolar, este é o momento ideal para ensinar conceitos importantes de Educação Financeira, a realidade familiar, o orçamento da casa, as prioridades da família, são alguns dos temas que as crianças podem extrair aprendizados que contribuirão com todas as decisões financeiras que tomarem daqui pra frente.

Essa é uma das propostas do eBook – Meu filho rico, ensinar pais e responsáveis de crianças e adolescentes o caminho seguir para tomarem as melhores decisões com dinheiro e trazer prosperidade para a suas vidas.

Para começar a encarar esse período com mais tranquilidade o primeiro passo é você mudar! O modo como manejamos nossa vida financeira foi, em grande parte, construído a partir do que ouvimos; deixamos de ouvir, do que vimos ou deixamos de ver nossos pais fazerem ou dizerem a respeito do dinheiro, por isso seja o exemplo para promover a relação que deseja que sua família tenha com dinheiro.

Por isso vou dar dicas de como prover Educação Financeira, de acordo com cada fase de desenvolvimento do seu filho e você poderá, pela observação, entender em qual delas a criança se encontra para poder aplicar o que fizer mais sentido naquele momento, afinal, já teve a sensação de conversar com uma criança e ela parecer ser muito mais madura do que a idade aparenta? É importante não colocar rótulos ou generalizar.

Fase 1: Quando criança ainda não temos formada a nossa visão de mundo, fazendo comparação com uma esponja, é como se o cérebro absorvesse cada situação que acontecesse e moldasse nossa personalidade, nossa opinião, nossos gostos, por isso, quando ainda pequenos e imaturos o exemplo é a forma que mais absorvemos a aprendizagem.

Dica 1: Pense nas suas atitudes:

Como esta sua relação com dinheiro?

Que exemplo esta dando e que precisa mudar?

Como vai fazer isso?

Fase 2: Muitas crianças não sabem que para a geladeira gelar, a luz acender, a água sair da torneira ou o brinquedo funcionar, só é possível por um mecanismo de pagar e receber. Os pais resolvem tudo sem compartilhar esse dado, afinal, para a maioria é uma percepção natural, alguns acreditam ainda que é uma obrigação oferecer esse acesso básico, eu concordo, mas quanto dinheiro poderíamos economizar se a criança criar a consciência de não desperdiçar, de comprar com mais qualidade ou economizar?

Dica 2: Demonstre:

Peça ajuda para montar a lista de mercado e mostre quanto ficou a conta depois
Que tal começarem um cofrinho? Definam juntos um objetivo do que vai ser comprado quando estiver cheio
Pesquisem juntos passeios em dias gratuitos ou com um valor menor de entrada, sempre há boas opções ligadas a educação, cultura e esporte.

Fase 3: É nesta fase que a criança consegue perceber a real situação financeira da família. Por isso é importante que nas discussões sobre dinheiro, os filhos saibam quais as despesas mensais que precisam ser pagas, o quanto isso representa de trabalho e como impactam no orçamento da familiar.

Ainda há muitas famílias que não tratam desses assuntos com a criança ou que este é um momento de muita tensão e brigas. Essa experiência acaba criando crenças negativas em relação à dinheiro.

Dica 3: Compartilhe:

Que tal pedir ajuda para escolher o produto mais barato na internet? Que tal todos se proporem a economizar em algo?

Que tal pesquisarem uma viagem em família e cada um se comprometer em ajudar com alguma economia?

Além de ensinar, aproveite também para estar mais perto e passar mais tempo com as crianças, curtir ao máximo a companhia deles é um presentão que você consegue dar aos pequenos nessas férias, valorizar os momentos familiares podem proporcionar momentos que nenhum dinheiro pode pagar.

Aprofunde seu conhecimento sobre Educação Financeira para pais e filhos como eBook Meu filho rico.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach financeira, Treinadora comportamental e Palestrante.
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Como colocar a vida financeira em ordem?

Em frente ou enfrente!

Você não sente motivação de anotar gastos e fazer seu orçamento?
De economizar, de pesquisar a melhor alternativa para sua compra.
Você não reserva um momento do seu dia para pensar na sua saúde financeira, mesmo que saiba a importância?
Você não consegue sair das dívidas?
Você não consegue poupar?
Não consegue fazer o seu patrimônio crescer?

Você consegue coisas pequenas como uma roupa que queria muito, ir em um restaurante, comprar um presente, mas não consegue comprar uma casa, um carro ou ter uma reserva financeira que não use até que realmente seja importante?

Percebo que muitas pessoas não acreditam em sua capacidade de realmente fazer acontecer. Não acreditam que aquele sonho é possível alcançar e por isso desistem dele, creem que vão fracassar, que seu esforço não valerá a pena, então é melhor comprar algo do que não comprar nada.

Talvez ouvindo isso num primeiro momento você diga: “Eu não sou assim!”

Será?

Talvez no seu consciente, você realmente não pense assim, mas pode estar agindo dessa forma direcionado pelo seu inconsciente.

A neurociência explica que comportamentos repetidos nunca chegam a nossa atenção consciente. A informação é processada no cérebro pelos órgãos conhecidos como gânglios basais (“centro dos hábitos”), a amígdala e o hipotálamo.

O interessante de conhecer como funciona é entender que o “centro dos hábitos” controla as atividades semiautomáticas (como trocar a marcha enquanto dirige), a amígdala, dá origem às emoções fortes (medo, raiva, etc.) e o hipotálamo, lida com instintos (fome, sede, sobrevivência, etc.).

Toda vez que os padrões neurais dos comportamentos repetidos dos gânglios basais são convocados, criam mais raízes. Aprender novos comportamentos costuma ser difícil e doloroso porque implica superar de maneira consciente um circuito neural profundamente cômodo. Esse é um mecanismo primitivo que nos permite poupar energia, essencial, mas que pode ser melhor orientado.

Geralmente o desconhecido gera medo, porém a experiência pode trazer resultados muito prósperos.

Eu gostaria muito que você pensasse: O que te impede de colocar sua vida financeira em ordem?

Você cria consciência a comportamentos inconscientes quando busca autoconhecimento, para ter oportunidade de explorar todas as possibilidades que estão a sua disposição.

E vale a pena, no princípio as mudanças podem ser pequenas, mas enquanto você persistir, mais resultados vai alcançar.

Você já conseguiu superar algo muito difícil?

Quando estava no inicio parecia que não seria possível superar, mas você superou. Vai ser igual na sua vida financeira.

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach financeira, Treinadora comportamental e Palestrante.
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A síndrome do “Eu mereço” pode estar te empobrecendo

Esse é um termo que criei para dar nome ha algo que a ciência já descobriu há muito tempo, nossa forma inadequada de nos recompensar pelo que fazemos e nos auto sabotar.

Por exemplo, imagine um dia intenso de trabalho, desde que chegou, pela manhã, a caixa de email já estava cheia de mensagens, seu telefone logo começou a tocar com mais problemas, seu colega de sala já te posicionou sobre aquela reunião difícil que terão hoje, problema atrás de problemas, pessoas que você não gostaria de lidar. E no final do dia, já exausto, mesmo que já esteja pagando o mínimo do cartão de crédito neste mês, você se presenteia comprando uma pizza, afinal, depois do dia de hoje, você merece!

Essa síndrome surge mais forte quando só nos preocupamos com o agora sem refletir sobre o depois. Se você ficar desempregado, o que irá fazer? Se tiver uma doença grave, como vai pagar as contas e manter seu estilo de vida? São esses e outros casos que, se abandonar sua meta de poupar, você entrará em uma situação difícil.

A síndrome do “Eu mereço” pode te enganar. Quantas vezes já nos apoiamos na síndrome do eu mereço para adquirir algo imediato, sem planejamento, sem estar no orçamento e acabar tendo que lidar com essas consequências depois?

Tenha certeza que depois de tanto esforço você merece sim uma recompensa, mas lembre-se sempre: ela tem que ser alinhada as suas metas.

Sair dessa armadilha é possível! Vou compartilhar um passo a passo simples que uso com meus clientes em processo de Coaching Financeiro individual e casal e que você pode seguir, pois dá certo:

  1. Defina metas: onde quer chegar? O que quer adquirir? Seja o mais específico possível!
    Por exemplo: uma reserva financeira de R$ 3.500,00 até dezembro.
  2. Tenha clareza em relação as suas metas: em quanto tempo quer alcançar? Quanto vai custar essa meta? Quanto precisará poupar mensalmente? Que oportunidades mais econômicas existem?
    No nosso exemplo: poupar 500,00 por mês . Uma oportunidade é entender mais sobre investimentos para colocar esse dinheiro em algo que faça multiplicar mais rápido que a poupança
  3. Saiba o que você deve fazer: preciso parar de gastar com roupas, sapatos, eletrônicos; a cada 2 convites que receber para sair, aceitar apenas 1; adiar a troca do carro, comer mais em casa, etc.
  4. Saiba o que você não deve fazer: usar o cheque especial; ir no mercado com fome ou sem lista; dizer sim para tudo e todos; poupar só no final do mês, etc.
  5. Tenha um filtro poderoso: ao mesmo tempo que cumpre os passos anteriores, a cada decisão de compra, sempre use esse filtro: fazer essa compra me ajuda ou atrapalha em relação à meta que quero alcançar?

A recompensa deve acontecer, reforça nossa atitude positiva, porém, ela deve ser sempre adequada. Lembre-se que um passeio com pessoa querida pode ser a melhor recompensa, ela não precisa ser algo que custe dinheiro ou que te afaste de suas metas. O autoconhecimento nessas horas é um aliado que pode te ajudar a entender o que realmente quer, o que realmente te faz feliz.

Vocês podem, vocês conseguem!
Não se autossabotem e pratiquem!

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach financeira, Treinadora comportamental e Palestrante.
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Vale a pena investir na poupança?

Muitos clientes que começam o processo de Coaching Financeiro com o objetivo de poupar e investir me perguntam: Vale a pena investir na poupança?

Vamos primeiro pensar nos benefícios que temos nela: é acessível, simples, você pode começar com qualquer valor, além de aplicar e resgatar a qualquer momento.

Mas isso a maioria já sabe, o que muitos não sabem é que a poupança, por ter todas essas qualidades acaba gerando retornos menores que outros tipos de investimentos.

É muito comum eu receber dos meus seguidores perguntas como: Onde é melhor investir 4 mil? Mas para essa pergunta existe uma série de respostas possíveis, antes é preciso considerar alguns fatores.

No mercado financeiro partimos da lógica que quanto maior o risco e menor a liquidez, maior o retorno. O que isso significa?

Na poupança, assim como em outros investimentos na renda fixa, o risco que você corre é se o banco quebrar. Existe um órgão chamado Fundo garantidor de crédito que garante a devolução caso o banco quebre até R$ 250.000,00 por CPF em cada instituição financeira. O que faz com que o Tesouro Direto seja ainda mais seguro, pois sua garantia é sem limite de valor.

Já em relação a liquidez, a poupança tem uma liquidez altíssima, isso significa que a qualquer momento você pode ter acesso a seu dinheiro. Digamos que você faça outro tipo de investimento em que o prazo para resgatar é de 5 anos, isso significa que ele tem uma menor liquidez, mas o seu retorno tende a ser maior.

Esclarecidas essas questões entenda em que situações vale a pena aceitar o retorno menor que obtemos na poupança:

Juntar dinheiro que vai usar no curtíssimo prazo, apesar de outros investimentos renderem mais, em alguns, inside a cobrança do Imposto de Renda e taxa de administração, que são cobradas em cima do retorno, dependendo do prazo que vai deixar esse dinheiro guardado vale mais a pena manter na poupança pois os retornos serão muito próximos. Parte da reserva de emergência, juntar dinheiro para comprar algo nos próximos meses, poupar valores menores até juntar o suficiente para começar a diversificar em outros investimentos, são alguns dos casos que vale mais a pena deixar o dinheiro na poupança.

Agora, se tem um tempo maior para deixar esse dinheiro poupado render, vale a pena entender um pouco mais outras opções que temos para investir na renda fixa, que são conservadores como a poupança, como um CDB, LCI/ LCA, fundos de investimento em renda fixa, Tesouro Direto, porem tendem a render mais. Mesmo com a queda na taxa SELIC, lembre-se que quando ela chega à 8,25% as regras da poupança mudam, a remuneração passa a ser 70% da SELIC + TR.

Quando se fala em investir não tem melhor ou pior, tudo vai depender dos seus objetivos.

Conheça o Coaching Financeiro.

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach financeira, Treinadora comportamental e Palestrante.
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Método de planejamento financeiro propõe que dinheiro seja organizado em potes – Entrevista na GloboNews

Olá gente de Atitude,

No mês de maio participei de uma entrevista na GloboNews sobre um método de planejamento financeiro através de potes de dinheiro.

O método consiste em separar o dinheiro que recebe de acordo com objetivos e assim poder pagar as contas essencial, mas também ter lazer, diversão e segurança financeira.

Assista a entrevista!

 

Para usar essa técnica separe sua renda de acordo com cada pote:

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Pote 1: 55% para seus gastos essenciais, como: contas de consumo mensal (luz, agua, mercado, entre outros), dívidas e etc.

Pote 2: 10% para o futuro, como: reserva financeira, aposentadoria e outras metas de médio e longo prazo.

Pote 3: 10% para lazer, como: cinema, teatro, passeios, restaurantes e bares,

Pote 4: 10% para educação, pois investir em você é o que te gerará o maior retorno! Cursos, palestras, livros, formações, especializações, desenvolvimento pessoal (incluindo o Coaching Financeiro =D ).

Pote 5: 10% para gastos que melhorem sua vida, como: trocar o carro, academia ou grupos de esporte, reformar a casa, um novo cosmético ou eletrônico.

Pote 6: 5% para presentes e caridade.

Conheça mais sobre o método aqui!

 

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach financeira, Treinadora comportamental e Palestrante.
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Como encontrar prosperidade financeira?

É como escalar uma montanha, para chegar no topo você passa por níveis, o primeiro deles é o equilíbrio financeiro, depois a segurança financeira, a independência financeira e o estágio mais desejado, a liberdade financeira.

O que te impede de conquistar a prosperidade financeira?

Não é suficiente só saber as técnicas, as vezes sabemos, o que precisamos entender é o que nos impede de fazer?

É conhecimento ou autoconhecimento, é emocional ou racional, é falta de clareza, de planejamento ou de ação? O que identificamos em todos os programas do grupo Atitude Emocional é nossos pensamentos e emoções nos fazem agir como agimos. Por isso acreditamos na metodologia do Coaching para alcançar resultados!

E o primeiro passo é definir, onde você quer chegar?

O Equilíbrio financeiro é o nível em que você gasta menos do que ganha. Para saber se você esta aqui avalie se sua conta fecha no 0 à 0, você gasta exatamente o que ganha ou se sobra algum dinheiro.

A Segurança financeira é nível em que você tem uma reserva financeira que pode ser usada para alguma emergência, previsto ou oportunidade.
Um teste para saber se este é o seu nível é pensar, se ficasse desempregado, por quanto tempo sobreviveria sem receber dinheiro?

A Independência financeira é o nível em que você não depende mais de trabalho para ter renda, aqui você criou renda passiva, o retorno dos seus investimentos cobre seus custos de vida.

No entanto, apesar de independente, você não pode fazer todas as suas escolhas sem restrições. É preciso se preocupar ainda em fazer as escolhas certas para não aumentar seu padrão de vida e nem seus gastos, pois assim precisaria de mais dinheiro investido para cobrir os gastos que aumentaram.

Apesar de serem todos atraentes, acho difícil alguém resistir ao último nível: a Liberdade Financeira, quando esse estágio é atingido, a sobra de dinheiro é maior do que as despesas, quando não é necessário trabalhar para sobreviver e ainda pode-se fazer todas as escolhas financeiras com a liberdade que se deseja. O teste para você estar aqui é não conseguir gastar toda renda passiva que recebe. Um sonho não é?

Que nível você deseja?

A boa notícia é que se trata de uma condição que pode ser conquistada. Com muito autoconhecimento, autocontrole, clareza de objetivos, planejamento, criatividade e ação! Competências desenvolvidas no Coaching Financeiro da Atitude nas Finanças.

Agora se você acha que é muito difícil, não entende, seu caso já esta perdido, o Brasil não tem jeito, isso é para especialista, tente me responder:

Quanto dinheiro você já perdeu por não começar? Já parou para pensar que sua perda de não começar é maior do que não fazer nada?

#vamosagir?

 

Ana Cláudia Rodrigues
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Falta de tempo e a insatisfação financeira

Como é sua rotina no dia a dia?

Tente descrever com uma palavra, vou te dar o exemplo de uma cliente:

acordo – banho – café – filhos – academia – trabalho – almoço – trabalho – filhos – jantar – marido – dormir e no dia seguinte, acordo – banho – cafe – filhos – trabalho – almoço – trabalho – filhos – jantar – trabalho – amigos – marido – dormir. Ufa! Que correria, acho que nem preciso colocar aqui o restante da semana dela.

Já parou para pensar que essa sensação de falta de tempo, te atrapalha se não tiver bem definidas suas prioridades?

Pare um momento para refletir, em quais áreas da vida tem se dedicado numa escala de maior tempo para menor tempo?

Agora faça um paralelo com sua satisfação, em qual área esta mais satisfeito e menos satisfeito? Faça uma escada do maior para a o menor.

Acredito que em muitos casos, a maioria esta em 2 hipóteses:

Primeira: você já se dedicou muito a essa área e hoje ela esta caminhando, por isso tem satisfação.

Segunda: você não esta dedicando tempo, por isso esta insatisfeito com o resultado desta área.

Agora que refletiu, o que te impede de ser mais satisfeito na sua vida financeira?

As vezes você precisa da ajuda de um profissional para te ajudar, eu realizo o processo de Coaching Financeiro onde desenvolvo sua mente para a prosperidade, para encontrar a solução para essas respostas.

Ao passar por esse processo, ganhamos maior consciência do que queremos e como fazer. Essa consciência promove uma ação mais efetiva, isto é, uma ação que beneficia cada vez mais nossa satisfação.

Se quer colocar a área financeira como prioridade: Experimente!

Ana Cláudia Rodrigues
Economista, Administradora, Coach financeira, Treinadora comportamental e Palestrante.
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