É mais vantajoso ser autônomo ou empresário?

Todo fim de ano, muitos empresários renovam seus objetivos, suas finanças e metas para o novo ano que se aproxima. E para o profissional sempre fica a pergunta se continua sendo vantajoso ser autônomo ou virar empresário de fato. Como ainda é possível muitas atividades serem realizadas sem a necessidade de um CNPJ, alguns empreendedores optam por serem autônomos e emitirem recibos em seu CPF.

Os empreendedores que optam por serem autônomos ficam sujeitos a fazer o livro caixa, cujo qual, é obrigatório quando a pessoa física obtêm receita de outra pessoa física. E o que é livro caixa? Livro caixa é um controle no qual o profissional registra todas as receitas e despesas profissionais do mês.

No entanto, somente são consideradas despesas profissionais aquelas relacionadas com o exercício de sua profissão. Alguns exemplos de despesas profissionais: aluguel, material de uso profissional, condomínio, funcionários, energia elétrica, água, etc. Assim sendo, o autônomo terá a apuração do imposto a pagar da seguinte forma: é somada toda a receita obtida através da atividade profissional no mês e subtraído todas as despesas operacionais no mês, que será igual ao rendimento líquido profissional sujeito ao Imposto de Renda. Portanto, o autônomo paga imposto de renda sobre o valor do rendimento profissional líquido, aplicando as alíquotas da tabela do Imposto de Renda sobre Pessoas Físicas.

Em contrapartida, se o profissional optar por virar empresário e emitir notas fiscais com CNPJ, a empresa pagará impostos de uma maneira diferente.

Para se tornar empresário deve ser feita uma verificação sobre qual é enquadramento tributário da atividade profissional, tendo em vista que a melhor opção é o enquadramento no Simples Nacional, mas que não é possível para todas as atividades.

O Simples Nacional é um programa do governo federal cujo objetivo é simplificar a burocracia das empresas. As empresas enquadradas no programa além de possuírem uma carga tributária reduzida e unificada, possuem as rotinas e obrigações mensais facilitadas. Ele é composto por anexos, cada anexo tem suas alíquotas e cada um é destinado a um grupo de atividades profissionais. O cálculo depende da “faixa de faturamento” que a empresa se encontra e do anexo da sua atividade. As alíquotas variam de 6% a 17,42% para algumas prestações de serviços, já somado o ISS.

Após verificação do enquadramento, com base na atividade, necessário se faz a comparação do imposto pago como pessoa física em relação a pessoa jurídica.

Havendo impedimento sobre a atividade no programa do Simples Nacional, o empresário pode fazer os pagamentos dos impostos de sua empresa pelo Lucro Presumido. O Lucro Presumido é um regime tributário disponível para quase todo tipo de empresa. Não podendo ser operado somente por bancos e empresas públicas.

Empresas do Lucro Presumido tem alíquotas de imposto que variam de acordo com o tipo de atividade. Essa porcentagem pode variar de 1,6% até 32% sobre o faturamento.

No Lucro Presumido, os tributos resumem-se em 11,33% da parte federal mais o ISS que pode variar de 2% a 5% de acordo com suas atividades o que resulta em uma alíquota total de 13,33% à 16,33%.

Com a diferenciação em relação as alíquotas dos enquadramentos fiscais apresentados o profissional terá a certeza sobre qual opção tem a menor carga tributária e a melhor opção para a empresa.

Porém, a certeza vem com uma análise aprofundada junto ao contador ou um consultor especializado nessa área. Essas informações são para conhecimentos gerais, afinal, um profissional deve saber dos enquadramento fiscais existentes para debater com seu contador e não haver nenhum equívoco de ambas as partes numa decisão que implica na continuidade da empresa. O objetivo de todo empresário é pagar menos imposto possível seguindo sempre o caminho da lei. Então, mais uma vez, ratifico a importância de um consultor de negócios para sua empresa, além de informações como essas, com um consultor de negócios é possível obter informações para aperfeiçoar seu controle financeiro, melhorar a gestão de seu próprio negócio e assim chegar ao objetivo de todo empresário: o Lucro.

 

Nathaly Ingrid de Paula
Consultora Financeira, Contadora pela UDF e graduanda em Direito pela FMU.
Especialista em ajudar o seu negócio a crescer financeiramente.
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Qual o seu tipo de mentalidade com dinheiro?

Todos os nossos comportamentos começam na nossa mente, a partir de nossas experiências, transformamos a nossa percepção de mundo em emoções e pensamentos, que se transformam em crenças e valores, para decidirmos no dia a dia e agirmos.

Todos temos memórias de curto e longo prazo para acessar na nossa tomada de decisão. A memória de curto prazo esta em nosso consciente e a de longo no nosso inconsciente. Por isso muitas vezes temos comportamentos diferentes do que queríamos, o que nos leva a agir dessa forma esta guardando em nosso inconsciente, onde o acesso as informações é mais difícil e ainda não são disponibilizadas de maneira racional.

Conheça os 3 tipos de mentalidade com dinheiro e descubra se precisa desenvolver uma mente de prosperidade, para te ajudar a tomar decisões inconscientes, mas que te levam ao resultado que deseja na sua vida.

 

#partiuprosperar

 

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
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Cuidado! Dívidas podem causar depressão

O que nos torna endividados?

Muitas questões estão envolvidas em uma resposta como essa, mas a que quero destacar hoje é apenas uma: falta de clareza sobre limites e suas consequências.

Até onde você pode ir com seu dinheiro? Essa é uma pergunta que muitos não conseguem responder. Temos muita dificuldade em saber os limites do nosso dinheiro para cada necessidade e vontade que temos. Essa falta de autocontrole faz com que a pessoa se perca com suas finanças.

54 milhões de brasileiros começaram 2015 inadimplentes, segundo uma pesquisa do Serasa Experian, aproximadamente 40% da população adulta. Você não esta sozinho! Mas cuide-se: as dívidas podem se tornar um problema crônico se não forem resolvidas.

O endividamento tem efeitos em muitos aspectos da nossa vida, um deles é na nossa saúde, aumenta a probabilidade de sintomas da depressão, pois altera o nosso equilíbrio emocional. Angústia por não saber como resolver, ansiedade para resolver logo, auto estima rebaixada pela realidade desanimadora, essas emoções e outras afetam o humor, a motivação, o sono, gera medo, insegurança e pessimismo.

Quando não é gerada por uma situação como desemprego ou problemas de saúde, o endividamento aparece, principalmente, com pequenos gastos, primeiro no cartão de crédito, depois o cheque especial, daí você tenta um empréstimo para lidar com os gastos e outro, outro… quando vê a situação saí do controle.

É neste momento que a depressão pode aparecer, ela vem com uma visão de que não há alternativa, não tem jeito, a pessoa sente um desânimo que a impede de agir e fazer o necessário para sair dessa situação.

E o que resolver primeiro? A depressão ou o endividamento?
Na verdade cada resolução vai contribuir com a outra, quando uma pessoa está deprimida os pensamentos negativos tomam conta, por isso, quando tratada a pessoa consegue enxergar melhor a realidade e os caminhos para resolver. Porém quando a pessoa age primeiro para sair do endividamento a sensação de alívio pode contribuir para diminuir os sintomas da depressão. Por isso cada caso deve ser analisado.

Esses sentimentos são normais aos endividados, por isso selecionei algumas dicas para trazer de volta o equilíbrio financeiro e, por consequência, contribuir para o equilíbrio emocional.

Pratique #atitudenasfinanças:

 1 – Aceite e reconheça que você errou e pode errar.
Mas que tem capacidade de mudar esse resultado. Acredite mais em você mesmo do que no dinheiro.

2 – Observe quais os gatilhos que fazem gastar com impulsividade.
Desenvolver o autoconhecimento é a chave para entender o que faz você agir como age.

3 – Dê um passo de cada vez.

O problema pode parecer grande, mas você não é super homem ou mulher maravilha, você é um ser humano e olhando para uma meta menor, o que aqui no Grupo Atitude Emocional chamamos de micro metas, te dará mais disposição e autoconfiança  para agir.

4 – Converse com familiares e peça ajuda.

Assim como você erra, eles erram também, assim como você têm suas habilidades, eles têm as deles e somando o que todos têm de bom e uns ajudando aos outros em suas fragilidades, fica muito mais fácil superar, afinal, ninguém é mais forte do que todos juntos.

5 – Busque ajuda profissional 

Não é qualquer emoção negativa que pode ser considerada depressão. É normal ficar triste, chorar, se preocupar e até se desesperar por causa de dinheiro, porém se as emoções persistirem, procure a psicoterapia da Atitude Emocional.

Um dos maiores problemas do endividamento é a falta de educação financeira, mas isso não é culpa sua, infelizmente nosso sistema educacional e familiar não suprem essa necessidade do país, mas há profissionais como eu que estão aqui para te educar e ajudar, se permita.

 

#partiuprosperar

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
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Você é compulsivo por compras?

Quando fazemos uma compra nosso objetivo é satisfazer um desejo, uma necessidade, uma vontade, ou seja, SATISFAZER.

A pessoa que faz compras compulsivas faz de forma aleatória, sem objetivo específico, sem necessidade, não é algo que a pessoa sinta prazer, e quando acontece é momentâneo, e depois vem o sentimento da culpa.

Quando isso é um problema, quando começa a te fazer mal, precisa ser tratado, pois pode, inclusive, te levar à um quadro depressivo.

Um dos motivos que causa é a necessidade de pertencer, isso vem desde os nossos ancestrais.

Há muitos e muitos anos atrás, para sobreviver, tínhamos que pertencer a algum grupo.  Começamos a nos agrupar para garantir a sobreviveria da espécie, afinal, ninguém faz nada sozinho, um caçava, o outro plantava, outro cuidava das crianças…

Esse sentimento começa, principalmente, na adolescência, quando estamos decidindo quem queremos ser, começamos a encarar um grupo que queremos participar como estilo de vida, se quer pertencer, tem que pensar como o grupo, a se vestir da forma que o grupo se veste, comprar as mesmas coisas, ir aos mesmos lugares.

Mas nem sempre esse sentimento vai ser suprido, por mais que você se esforce, pois também depende de outra pessoa. E você continua buscando, buscando e buscando, e de tanto repetir o comportamento, se torna hábito, você não pensa mais sobre ele, você vai lá e faz.

Já ouviu alguém do grupo social ou familiar dizer que é compulsivo por compras?, Ou alguém diagnosticando outra pessoa com essa compulsão? Esta mais no nosso dia a dia do que pensamos, mas lembre-se que isso pode ser diagnosticado por um psicólogo.

É comum um compulsivo por compras começar a gastar o dinheiro que tem, depois o cheque especial para poder comprar mais do que o dinheiro que tem, mesmo pagando juros, depois vem o cartão de crédito, pagando o mínimo para comprar mais, quando o limite desse cartão acaba, você faz um novo que começará a pagar só em 40 dias ou parcela infinitamente, e quando as parcelas começam a pesar, você pega um empréstimo e essa situação te leva ao superendividamento mais rápido do que você imagina.

As vezes a pessoa consumista acaba escondendo o real motivo por trás, principalmente por problemas ou privações que viveu no passado. Isso pode acontecer de forma consciente ou inconsciente. Cada situação que acontece na nossa vida, vamos fazendo um registro mental com um aprendizado daquela situação, e quando o registro é negativo a pessoa começa a compensar esse sentimento comprando. Isso acontece de forma consciente e, na maioria dos casos, inconsciente, você não sabe exatamente o que foi que causou a compulsão, mas o registro do sentimento continua lá. Afinal, dinheiro é emocional.

Essas experiências que registramos do passado são conhecidas como crenças, que são as verdades absolutas que acreditamos e que moldam todas as nossas decisões com dinheiro. Então, para começar a resolver isso reflita:

Você é ou está uma pessoa compulsiva?

Quando você é, busque um processo terapêutico. Esse serviço esta disponível na Atitude Emocional com as psicólogas Zora Viana ou Eliana Almeida.

Quando está, busque um processo de Coaching de Finanças, nele desenvolvemos a sua mente de prosperidade e clareza de objetivos, que refletem nos seus sentimentos atuais e consequentemente nos seus comportamentos. O coaching de Finanças esta disponível na Atitude nas Finanças e é realizado por mim.

O que mais pode te ajudar:

  1. Comece a prestar mais atenção em você,
  2. Não faça tantos parcelamentos e em muitas vezes (se fizer, faça um controle para saber o valor total das parcelas daquele mês),
  3. Pague à vista e com dinheiro,
  4. Leve o dinheiro contado para o que precisa comprar,
  5. Comece a procurar justificativas reais, motivos reais para sua compra,
  6. Não viva só no presente ou no futuro, busque um equilíbrio,
  7. Defina metas a médio prazo e pense nelas todos os dias, comece a pesquisar, a sonhar com essas metas.

Você pode SIM, ter uma relação mais saudável com seu dinheiro!

Aqui no Grupo Atitude Emocional temos o profissional certo para te ajudar, fale conosco.

#partiuprosperar

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
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Como usar cartão de crédito à seu favor

Já atendi muitos clientes que queriam começar a fazer compras sem usar o cartão de crédito, por sentirem que essa ferramenta mais atrapalha do que ajuda o controle do dinheiro. Pensando nelas e em tantos seguidores que já me pediram ajuda quanto a esse tema nas minhas mídias, separei algumas dicas para te ajudar a refletir como usar melhor o seu cartão de crédito, e talvez, até mudar sua opinião em mante-lo nas suas finanças:

1 – Quanto você paga para ter um cartão de crédito?

Esse é o valor da anuidade, que pode ser gratuita sem prazo ou apenas no primeiro ano, à vista ou parcelada. O banco não empresta dinheiro pelo cartão de crédito de graça, a não ser que vise outros ganhos, como atrair novos correntistas.

Dependendo do quanto usa o cartão e se paga sua fatura em dia, ainda é possível negociar a anuidade podendo ter isenção ou desconto no pagamento.

Muitos cartões ainda justificam essa cobrança pelos benefícios que oferece, como programa de pontos que você pode trocar por produtos, serviços ou milhas. O melhor cartão não é apenas o sem anuidade, você precisa avaliar o que usa dos benefícios que ele oferece.

2 – Qual o custo x benefício?

Existem pontos que podem ser trocados por milhas e usa-las na compra passagens aéreas (Aqui no Brasil, só viajo assim).

Existem pontos que você troca por produtos disponíveis no site da operadora de cartão: eletrônicos, eletrodomésticos, livros, produtos para casa e dia a dia.

Existem cartões que você tem isenção ou desconto em estabelecimentos como: restaurantes, cinemas, shows, teatro, etc.

Para avaliar se compensa calcule os benefícios que usa, o quanto economiza tendo o cartão de crédito e compare com anuidade. Uma dica extra: comece a poupar essa economia que esta fazendo, é uma forma de economizar sem sentir.

Se você economizar muito mais do que vai pagar de anuidade compensa ter um cartão.

Um ponto importante é verificar como você tem acesso a esses benefícios, as vezes é tão complexo ou o vencimento de uso é tão pequeno, que você não vai conseguir aproveitar.

3 – Qual o limite ideal?

Aquele adequado a sua necessidade!

Se ele é alto demais ou se ele é baixo demais você pode acabar se comprometendo. Sendo alto demais pode não controlar, por não ter disciplina em gastar somente aquilo que você pode, que está dentro do seu orçamento, para você conseguir no mês seguinte pagar 100% da sua fatura. Ou se ele tiver no limite muito baixo você recorrer também além do cartão de crédito a mais modalidades de crédito como cheque especial ou empréstimo e acabar acumulando juros, perdendo o controle do seu dinheiro.

O que é mais adequado para seu perfil!

Se você é uma pessoa indisciplinada, não é interessante ter um limite de cartão de crédito muito além daquilo que você tem capacidade de pagar. Agora se você tem mais controle do seu dinheiro, não importa de quanto seja o limite, você vai usar até onde sua renda permite.

Alguns cartões de crédito permite que você gaste além do seu limite, porém é  cobrado uma taxa separada, então fiquem de olho neste valor e nesta necessidade.

Independente do limite que o cartão tenha, você pode definir o seu próprio limite de gasto nele, faça um planejamento quanto pode gastar no cartão de crédito pra ter capacidade de pagar 100% da fatura.

4 – Saiba quanto custa usar um dinheiro que não é seu

É claro que o ideal é pagar 100% da fatura do cartão, mas se acontecer alguma emergência, se acontecer algum imprevisto e você não tiver uma reserva de emergência, quanto vai pagar de juros?

Escolha o cartão de crédito que tem o menor juros possível, lembre-se que quanto menor a taxa, menor será o valor que você paga de juros caso você atrase o pagamento.

Todos os cartões de créditos têm juros, mas alguns além dos juros tem multa por atraso, então você aumenta mais ainda sua dívida sem necessidade, já que tem outras opções como cortar gastos.

5 – Qual o motivo de ter vários cartões de crédito?

Estratégia de pagamento? Faz muito sentido manter 2 cartões de crédito com vencimentos diferentes, assim, caso veja que os pagamentos para o próximo mês estão mais pesados, pode mudar o cartão que faz compras e adiar ainda mais o pagamento.

Mas se você tem mais de um cartão de crédito e não usa de forma estratégica, fique com apenas um e cancele todos os outros. Ter mais de um cartão pode te atrapalhar no controle, você terá que administrar as anuidades, taxas, juros, vencimentos, valores de compras em cada um, será complexo, dará mais trabalho e você irá procrastinar. Em relação aos benefícios, provavelmente, você não irá conseguir utilizar 100%, porque dividirá os gastos em mais de cartão.

Algumas pessoas tem o cartão de crédito pessoal e o cartão de crédito empresarial, essa é uma excessão, pois são contas que devem ser mantidas separadas.

Então, avalie a sua real necessidade, o custo financeiro, de tempo e de energia para administrar as informações de todos.

6 – Cuidado com os cartões temáticos

Das lojas, de times, de seguradoras, de supermercado, esses cartões temáticos nem sempre compensam, avaliem os critérios que já conversamos aqui.

Se você, por exemplo, você quer ajudar a Mata Atlântica ao invés de fazer um cartão de crédito da Mata Atlântica, faça uma doação. Se quer descontos em uma compra de vestiários grande, faça apenas essa, pague e depois cancele, se vai comprar apenas um produto, é um desconto que vale a pena?

7 – É possível controlar o seu cartão de crédito

As vezes cancelar o cartão não vai ser a solução para seus problemas financeiros, principalmente se já o usa como extensão da sua renda. Por isso controle o seu orçamento, sabendo quais contas essenciais precisa pagar e não estão contempladas no cartão, quais estão contempladas, quanto ainda tem que pagar de parcelamentos e quanto sobra do seu dinheiro para os novos gastos.

Adie compras, parcele, opte por não comprar, sempre respeite o limite da sua renda, usar o cartão sem controle é um hábito que você construiu e que precisa ser desconstruído se você persistir em usar o cartão de crédito à seu favor.

 

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
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Saiba quais são os 10 Mandamentos do Planejamento Financeiro

1. Saiba seu padrão de renda

  • Respeite seu padrão de renda não de consumo,
  • Saiba exatamente quanto são seus gastos básicos,
  • Desconsidere da sua renda básica eventuais gratificações, bônus, comissões, 13 salário,
  • Se você é autônomo, faça média de 1 ano e saiba os meses de alta e baixa para se planejar.

 

2. Analise para onde vai seu dinheiro

  • Na decisão de compra, se questione, você quer, precisa, esta no orçamento, vai melhorar sua vida?,
  • Faça pesquisa de mercado,
  • Não compre por impulso, o que vai comprar, como vai ser pago, de onde virá o dinheiro, pode ser adiado, qual a melhor negociação?,
  • Tenha metas para não gastar seu dinheiro e ter arrependimentos.

 

3. Reflita sobre a qualidade dos seus gastos e reveja hábitos

  • Qual a soma dos pequenos gastos que faz no dia a dia?,
  • Onde pode cortar, reduzir e redirecionar esses gastos?,
  • Você sabe em qual categoria gasta mais o seu dinheiro? Anote tudo!,
  • Defina suas prioridades financeiras.

 

4. Faça uma reserva ou um seguro

  • Que patrimônios precisa proteger pois podem gerar altos custos?
  • Que imprevistos e emergências já aconteceram com conhecidos? Pode acontecer com você também!
  • Se você tiver uma oportunidade que demanda mais dinheiro do que tem disponível, como vai fazer?
  • Como vai se preparar para o futuro?

 

5. Use crédito consciente

  • Consegue adiar a compra?
  • Consegue pagar 100% da sua fatura todos os meses?
  • Consegue incluir esse parcelamento na sua renda do próximo mês sem deixar de pagar os gastos essenciais?
  • Existe uma alternativa viável e mais econômica?

 

6. Faça e siga seu plano de ação

  • Seu plano esta claro e você sabe exatamente o que precisa fazer?
  • Seu plano tem datas e prazos de conclusão?
  • Quando algo saí do planejado como reage para fazer ajuste?
  • Tudo esta alinhado com sua meta principal?

 

7. Poupe 

  • Você se paga primeiro?
  • Sabe quanto precisa poupar para suas metas?
  • Pensa em formas de criar renda extra para disponibilizar mais dinheiro para sua poupança?
  • Consegue enxergar quais gastos que, ao cortar, te permitirá poupar mais?

 

8. Estabeleça sua estratégia de investimentos

  • Qual seu perfil de investidor?
  • Como vai multiplicar seu dinheiro e faze-lo trabalhar para você?
  • Você se adequa aos produtos de investimentos ou ao seu perfil de risco?
  • Esta disposto a conhecer e se aprofundar mais nesse tema? Comece!

 

9. Mantenha-se informado e invista continuamente na sua excelência

Como aprofunda seu conhecimento sobre:

Autoconhecimento?

Educação financeira?

Orçamento pessoal?

Alcançar metas?

Investimentos?

 

10. Continue nesta jornada e aproveite a vida.

 

Ana Cláudia Rodrigues
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5 dicas para aumentar sua performance financeira pessoal

Você esta insatisfeito com sua vida financeira e não consegue entender os motivos que o impede de avançar? Esse problema te faz levantar todos os dias para conquistar seu dinheiro, trabalhar muito, e ainda não conseguir o suficiente para conquistar sua meta?

Preparei 5 dicas para ajudar você a entender o que pode ser melhorado no seu dia a dia para valorizar mais o seu dinheiro e faze-lo render.

Dica 1

  • Perceba-se! Com dinheiro ainda agimos no automático, não temos clareza do que realmente precisamos, do que é excesso, de quais são os limites do nosso dinheiro e as prioridades.
  • Comece a reparar o que você não faz, mas gostaria de fazer?
  • E o que você faz, mas precisa abandonar com urgência?

 

Dica 2

  • O que te impede de fazer isso?
  • Comece a reparar quais são os gatilhos que te impede de fazer, aquilo que sabe que precisa ser feito?

 

Dica 3

  • Visualize! O cérebro não percebe a diferença entre cenários reais e imaginados, pois utiliza os mesmos circuitos neuronais e motores para processa-los. Treine na sua cabeça e depois passe para a realidade, se você tem medo de não conseguir, visualize como conseguiu chegar lá e implemente isso passo a passo.

 

Dica 4

  • Com objetivos fica mais fácil.
  • Se faça um desafio a cada dia, um passo de cada vez, pequenas metas para levar a uma meta maior, não importa o nome que queira dar. Lembre-se que você vai chegar lá por etapas. Um exemplo que desenvolvo com meus clientes em relação ao orçamento, mesmo que falte uma ou outra anotação, primeiro crie o hábito, com o tempo você ficará cada vez melhor. Essa é uma das propostas do movimento #fazeracontecer2017, tirar suas metas do papel para você realmente realizar. Conheça mais.
  • Saiba que fazer vários planos não quer dizer que todos darão certo, as vezes será necessário ajustar, negociar com você mesmo, não tenha medo do fracasso, com ele sempre extraia um aprendizado. Fracassar não é permanente, a não ser que você permita.

 

Dica 5

  • Peça ajuda!
  • Contar com a ajuda de um profissional pode acelerar o processo, no coaching financeiro que aplico também trabalho a seu desenvolvimento cognitivo, para que use todas as suas capacidades a seu favor e consiga atingir seus objetivos financeiros.

Aumentar sua performance para controlar a sua vida financeira, vai te proporcionar mais tempo, tranquilidade e satisfação para poder realizar aquilo que deseja.

#vamosagir?

 

Ana Cláudia Rodrigues
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Como economizar com as férias das crianças?

Julho, mês de férias da criançada e também de muita preocupação de pais e mães com o orçamento. As possibilidades são inúmeras, desde viagens à passeios e brincadeiras, mas como esta seu orçamento financeiro para este mês?

Apesar do medo de extrapolar, este é o momento ideal para ensinar conceitos importantes de Educação Financeira, a realidade familiar, o orçamento da casa, as prioridades da família, são alguns dos temas que as crianças podem extrair aprendizados que contribuirão com todas as decisões financeiras que tomarem daqui pra frente.

Essa é uma das propostas do eBook – Meu filho rico, ensinar pais e responsáveis de crianças e adolescentes o caminho seguir para tomarem as melhores decisões com dinheiro e trazer prosperidade para a suas vidas.

Para começar a encarar esse período com mais tranquilidade o primeiro passo é você mudar! O modo como manejamos nossa vida financeira foi, em grande parte, construído a partir do que ouvimos; deixamos de ouvir, do que vimos ou deixamos de ver nossos pais fazerem ou dizerem a respeito do dinheiro, por isso seja o exemplo para promover a relação que deseja que sua família tenha com dinheiro.

Por isso vou dar dicas de como prover Educação Financeira, de acordo com cada fase de desenvolvimento do seu filho e você poderá, pela observação, entender em qual delas a criança se encontra para poder aplicar o que fizer mais sentido naquele momento, afinal, já teve a sensação de conversar com uma criança e ela parecer ser muito mais madura do que a idade aparenta? É importante não colocar rótulos ou generalizar.

Fase 1: Quando criança ainda não temos formada a nossa visão de mundo, fazendo comparação com uma esponja, é como se o cérebro absorvesse cada situação que acontecesse e moldasse nossa personalidade, nossa opinião, nossos gostos, por isso, quando ainda pequenos e imaturos o exemplo é a forma que mais absorvemos a aprendizagem.

Dica 1: Pense nas suas atitudes:

Como esta sua relação com dinheiro?

Que exemplo esta dando e que precisa mudar?

Como vai fazer isso?

Fase 2: Muitas crianças não sabem que para a geladeira gelar, a luz acender, a água sair da torneira ou o brinquedo funcionar, só é possível por um mecanismo de pagar e receber. Os pais resolvem tudo sem compartilhar esse dado, afinal, para a maioria é uma percepção natural, alguns acreditam ainda que é uma obrigação oferecer esse acesso básico, eu concordo, mas quanto dinheiro poderíamos economizar se a criança criar a consciência de não desperdiçar, de comprar com mais qualidade ou economizar?

Dica 2: Demonstre:

Peça ajuda para montar a lista de mercado e mostre quanto ficou a conta depois
Que tal começarem um cofrinho? Definam juntos um objetivo do que vai ser comprado quando estiver cheio
Pesquisem juntos passeios em dias gratuitos ou com um valor menor de entrada, sempre há boas opções ligadas a educação, cultura e esporte.

Fase 3: É nesta fase que a criança consegue perceber a real situação financeira da família. Por isso é importante que nas discussões sobre dinheiro, os filhos saibam quais as despesas mensais que precisam ser pagas, o quanto isso representa de trabalho e como impactam no orçamento da familiar.

Ainda há muitas famílias que não tratam desses assuntos com a criança ou que este é um momento de muita tensão e brigas. Essa experiência acaba criando crenças negativas em relação à dinheiro.

Dica 3: Compartilhe:

Que tal pedir ajuda para escolher o produto mais barato na internet? Que tal todos se proporem a economizar em algo?

Que tal pesquisarem uma viagem em família e cada um se comprometer em ajudar com alguma economia?

Além de ensinar, aproveite também para estar mais perto e passar mais tempo com as crianças, curtir ao máximo a companhia deles é um presentão que você consegue dar aos pequenos nessas férias, valorizar os momentos familiares podem proporcionar momentos que nenhum dinheiro pode pagar.

Aprofunde seu conhecimento sobre Educação Financeira para pais e filhos como eBook Meu filho rico.

 

Ana Cláudia Rodrigues
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Como colocar a vida financeira em ordem?

Em frente ou enfrente!

Você não sente motivação de anotar gastos e fazer seu orçamento?
De economizar, de pesquisar a melhor alternativa para sua compra.
Você não reserva um momento do seu dia para pensar na sua saúde financeira, mesmo que saiba a importância?
Você não consegue sair das dívidas?
Você não consegue poupar?
Não consegue fazer o seu patrimônio crescer?

Você consegue coisas pequenas como uma roupa que queria muito, ir em um restaurante, comprar um presente, mas não consegue comprar uma casa, um carro ou ter uma reserva financeira que não use até que realmente seja importante?

Percebo que muitas pessoas não acreditam em sua capacidade de realmente fazer acontecer. Não acreditam que aquele sonho é possível alcançar e por isso desistem dele, creem que vão fracassar, que seu esforço não valerá a pena, então é melhor comprar algo do que não comprar nada.

Talvez ouvindo isso num primeiro momento você diga: “Eu não sou assim!”

Será?

Talvez no seu consciente, você realmente não pense assim, mas pode estar agindo dessa forma direcionado pelo seu inconsciente.

A neurociência explica que comportamentos repetidos nunca chegam a nossa atenção consciente. A informação é processada no cérebro pelos órgãos conhecidos como gânglios basais (“centro dos hábitos”), a amígdala e o hipotálamo.

O interessante de conhecer como funciona é entender que o “centro dos hábitos” controla as atividades semiautomáticas (como trocar a marcha enquanto dirige), a amígdala, dá origem às emoções fortes (medo, raiva, etc.) e o hipotálamo, lida com instintos (fome, sede, sobrevivência, etc.).

Toda vez que os padrões neurais dos comportamentos repetidos dos gânglios basais são convocados, criam mais raízes. Aprender novos comportamentos costuma ser difícil e doloroso porque implica superar de maneira consciente um circuito neural profundamente cômodo. Esse é um mecanismo primitivo que nos permite poupar energia, essencial, mas que pode ser melhor orientado.

Geralmente o desconhecido gera medo, porém a experiência pode trazer resultados muito prósperos.

Eu gostaria muito que você pensasse: O que te impede de colocar sua vida financeira em ordem?

Você cria consciência a comportamentos inconscientes quando busca autoconhecimento, para ter oportunidade de explorar todas as possibilidades que estão a sua disposição.

E vale a pena, no princípio as mudanças podem ser pequenas, mas enquanto você persistir, mais resultados vai alcançar.

Você já conseguiu superar algo muito difícil?

Quando estava no inicio parecia que não seria possível superar, mas você superou. Vai ser igual na sua vida financeira.

Ana Cláudia Rodrigues
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A síndrome do “Eu mereço” pode estar te empobrecendo

Esse é um termo que criei para dar nome ha algo que a ciência já descobriu há muito tempo, nossa forma inadequada de nos recompensar pelo que fazemos e nos auto sabotar.

Por exemplo, imagine um dia intenso de trabalho, desde que chegou, pela manhã, a caixa de email já estava cheia de mensagens, seu telefone logo começou a tocar com mais problemas, seu colega de sala já te posicionou sobre aquela reunião difícil que terão hoje, problema atrás de problemas, pessoas que você não gostaria de lidar. E no final do dia, já exausto, mesmo que já esteja pagando o mínimo do cartão de crédito neste mês, você se presenteia comprando uma pizza, afinal, depois do dia de hoje, você merece!

Essa síndrome surge mais forte quando só nos preocupamos com o agora sem refletir sobre o depois. Se você ficar desempregado, o que irá fazer? Se tiver uma doença grave, como vai pagar as contas e manter seu estilo de vida? São esses e outros casos que, se abandonar sua meta de poupar, você entrará em uma situação difícil.

A síndrome do “Eu mereço” pode te enganar. Quantas vezes já nos apoiamos na síndrome do eu mereço para adquirir algo imediato, sem planejamento, sem estar no orçamento e acabar tendo que lidar com essas consequências depois?

Tenha certeza que depois de tanto esforço você merece sim uma recompensa, mas lembre-se sempre: ela tem que ser alinhada as suas metas.

Sair dessa armadilha é possível! Vou compartilhar um passo a passo simples que uso com meus clientes em processo de Coaching Financeiro individual e casal e que você pode seguir, pois dá certo:

  1. Defina metas: onde quer chegar? O que quer adquirir? Seja o mais específico possível!
    Por exemplo: uma reserva financeira de R$ 3.500,00 até dezembro.
  2. Tenha clareza em relação as suas metas: em quanto tempo quer alcançar? Quanto vai custar essa meta? Quanto precisará poupar mensalmente? Que oportunidades mais econômicas existem?
    No nosso exemplo: poupar 500,00 por mês . Uma oportunidade é entender mais sobre investimentos para colocar esse dinheiro em algo que faça multiplicar mais rápido que a poupança
  3. Saiba o que você deve fazer: preciso parar de gastar com roupas, sapatos, eletrônicos; a cada 2 convites que receber para sair, aceitar apenas 1; adiar a troca do carro, comer mais em casa, etc.
  4. Saiba o que você não deve fazer: usar o cheque especial; ir no mercado com fome ou sem lista; dizer sim para tudo e todos; poupar só no final do mês, etc.
  5. Tenha um filtro poderoso: ao mesmo tempo que cumpre os passos anteriores, a cada decisão de compra, sempre use esse filtro: fazer essa compra me ajuda ou atrapalha em relação à meta que quero alcançar?

A recompensa deve acontecer, reforça nossa atitude positiva, porém, ela deve ser sempre adequada. Lembre-se que um passeio com pessoa querida pode ser a melhor recompensa, ela não precisa ser algo que custe dinheiro ou que te afaste de suas metas. O autoconhecimento nessas horas é um aliado que pode te ajudar a entender o que realmente quer, o que realmente te faz feliz.

Vocês podem, vocês conseguem!
Não se autossabotem e pratiquem!

Ana Cláudia Rodrigues
Coach de Finanças, Economista, Administradora e Palestrante.
Especialista em te ajudar a alcançar metas financeiras.
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